{"id":637,"date":"2024-10-10T19:15:57","date_gmt":"2024-10-10T22:15:57","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2024\/?p=637"},"modified":"2024-10-11T10:11:31","modified_gmt":"2024-10-11T13:11:31","slug":"referencias-ressonantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2024\/referencias-ressonantes\/","title":{"rendered":"REFER\u00caNCIAS RESSONANTES"},"content":{"rendered":"<blockquote><p>&#8220;Fazer o amor, como o nome indica, \u00e9 poesia&#8221;\u00a0 (Lacan, 1985, p. 98)<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p><\/blockquote>\n<figure id=\"attachment_627\" aria-describedby=\"caption-attachment-627\" style=\"width: 225px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-627\" src=\"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2024\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/hiante_003_003-225x300.jpg\" alt=\"\" width=\"225\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2024\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/hiante_003_003-225x300.jpg 225w, https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2024\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/hiante_003_003.jpg 363w\" sizes=\"auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-627\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"font-size: 10px;\">MYAMPGOESTO. Lois Greenfield: Moving Still. Dispon\u00edvel em: myampgoesto11.tumblr.com. Acesso em: 9 out. 2024.<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><em>por Erick Leonardo<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><sup><strong>[2]<\/strong><\/sup><\/a><\/em><\/span><\/p>\n<p>\u201cAinda encontro a f\u00f3rmula do amor\u2026\u201d<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\"><sup>[3]<\/sup><\/a> Eis que se canta desejosamente por uma solu\u00e7\u00e3o <em>pr\u00eat-\u00e0-porter,<\/em> para acertar no <em>match<\/em> da parceria amorosa<em>.<\/em> Na cena anal\u00edtica, o <em>falasser<\/em> encontra um lugar:\u00a0 \u201cSe um quer uma mulher, ela pode estar no topo de uma montanha, que ele vai at\u00e9 ela!\u201d, afirmou uma analisante, \u201cE uma mulher quando quer um homem, ela faz o qu\u00ea?\u201d, respondido quase como um chiste, com um sorriso, \u201cEla sobe mais alto\u201d.<\/p>\n<p>Corta-se a sess\u00e3o que veio a se desdobrar sobre a experi\u00eancia do amor edipiano, na pista do que canta Lady Gaga, \u201cBaby, why do we love each other? \/ I said Honey, it&#8217;s simple \/ it\u2019s the way that you love and treat your mother\u201d<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\"><sup>[4]<\/sup><\/a>.<\/p>\n<p>Sobre a inf\u00e2ncia e a poesia, Freud nos diz \u201cAcaso n\u00e3o poder\u00edamos dizer que ao brincar toda crian\u00e7a se comporta como um escritor criativo, pois cria um mundo pr\u00f3prio, ou melhor, reajusta os elementos de seu mundo de uma nova forma que lhe agrade?\u201d<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\"><sup>[5]<\/sup><\/a>.<\/p>\n<p>J\u00e1 advertidos da inexist\u00eancia da rela\u00e7\u00e3o sexual, fazer o amor se torna poss\u00edvel partindo \u201cda escuta do sentido \u00e0 leitura do fora de sentido\u201d<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\"><sup>[6]<\/sup><\/a>. Consultemos os poetas:<em>\u00a0<\/em><\/p>\n<blockquote><p><em>S\u00e1bios em v\u00e3o<br \/>\n<\/em><em>Tentar\u00e3o decifrar<br \/>\n<\/em><em>O eco de antigas palavras<br \/>\n<\/em><em>Fragmentos de cartas, poemas<br \/>\n<\/em><em>Mentiras, retratos<br \/>\n<\/em><em>Vest\u00edgios de estranha civiliza\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><strong>Chico Buarque, Futuro Amantes<\/strong>.<\/p><\/blockquote>\n<hr \/>\n<blockquote><p>\u201cNa Urg\u00eancia, se rompem as coordenadas de espa\u00e7o e tempo do sujeito e este se precipita em uma temporalidade marcada pela ang\u00fastia. Atender essa urg\u00eancia implica em acolh\u00ea-la no instante de ver, o qual n\u00e3o se refere ao frenesi do tempo que imp\u00f5e o mestre moderno ou \u00e0 pressa que responde ao imperativo superegoico do \u2018goze\u2019, mas ao tempo de algo que urge no real.\u201d (Moreno, 2024, p. 80)<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\"><sup>[7]<\/sup><\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><em>por Nelson Matheus Silva<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\"><sup><strong>[8]<\/strong><\/sup><\/a><\/em><\/span><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em>O trauma foi o primeiro nome dado ao real<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\"><sup>[9]<\/sup><\/a>. Quando a urg\u00eancia \u00e9 lida como a emerg\u00eancia de um gozo<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\"><sup>[10]<\/sup><\/a> que aponta para o traumatismo, o que est\u00e1 dado de in\u00edcio \u00e9 a possibilidade de desobstruir o dizer; o que convoca o analista a fazer par com a urg\u00eancia de quem o demanda. Aqui, n\u00e3o se trata &#8211; ainda, pelo menos &#8211; de uma rela\u00e7\u00e3o com o saber. O encontro acidental com o que \u00e9 da ordem do inassimil\u00e1vel reaparece muitas vezes e nos d\u00e1 testemunho de que &#8220;n\u00e3o estamos sonhando\u201d<a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\"><sup>[11]<\/sup><\/a>. Frente \u00e0 demanda de voltar a dormir, o que interessa, sobretudo, \u00e9 como precipitar o parl\u00eatre num car\u00e1ter que n\u00e3o seja homog\u00eaneo, em que se insira no tempo comum um acontecimento<a href=\"#_ftn12\" name=\"_ftnref12\"><sup>[12]<\/sup><\/a>, da urg\u00eancia para voltar a dormir \u00e0 urg\u00eancia daquilo que emerge no real.<\/p>\n<p>Em <em>O tempo l\u00f3gico e a asser\u00e7\u00e3o da certeza antecipada<\/em><a href=\"#_ftn13\" name=\"_ftnref13\"><sup>[13]<\/sup><\/a>, Lacan aponta que h\u00e1 um tempo que se liga ao acesso do verdadeiro, se trata de um instante de ver, um ponto de partida que precisar\u00e1 ser reconstru\u00eddo ao longo de um tratamento. A temporalidade escande ou precipita aquilo que \u00e9 da ordem do conclusivo. Tomar o tempo, frente \u00e0 urg\u00eancia, fora do<em> standard<\/em> \u00e9 tom\u00e1-lo como um real, um modo de inserir um elemento heterog\u00eaneo.<\/p>\n<p>Suponhamos algu\u00e9m que busque um analista ap\u00f3s uma trag\u00e9dia familiar e no primeiro encontro, num lapso, o al\u00edvio surge no lugar de outra coisa. A urg\u00eancia diante do tr\u00e1gico aponta para o desejo de voltar a dormir; um dizer rompe a forma espessa do n\u00e3o querer saber a respeito do que j\u00e1 n\u00e3o suportava, estar no lugar de quem aparta o sofrimento do Outro. Como voltar a comemorar a vida? A quem ele orgulhar\u00e1 com seus \u00eaxitos? Como existir depois dessa trag\u00e9dia? A delicadeza da manobra do analista em sublinhar seu dizer mas sem deix\u00e1-lo mergulhar no buraco negro que se abriu para ele, deu lugar \u00e0 urg\u00eancia como a irrup\u00e7\u00e3o de um real deste <em>parl\u00eatre<\/em>: como seguir sem ser aquele que obtura a falha no Outro? A oferta de que voltasse uma vez mais e mais enla\u00e7ou sua demanda inicial a um convite a seguir falando, fez da demanda de voltar a gozar dormindo mutar-se num querer saber.<\/p>\n<hr \/>\n<blockquote><p><em>\u201c<\/em>A experi\u00eancia anal\u00edtica \u00e9 uma experi\u00eancia coletiva de dois; a psican\u00e1lise n\u00e3o est\u00e1 confinada ao consult\u00f3rio do psicanalista, permite captar a mola da psicologia dos grupos, das forma\u00e7\u00f5es coletivas\u201d<a href=\"#_ftn14\" name=\"_ftnref14\"><em><sup><strong>[14]<\/strong><\/sup><\/em><\/a><em>.<\/em> p.3<\/p><\/blockquote>\n<p><em><span style=\"font-size: 13px;\">por Li\u00e9ge Uchoa<\/span> <\/em><\/p>\n<p>Esta cita\u00e7\u00e3o veio no bojo das discuss\u00f5es colocadas por Miller sobre uma teoria da Escola, surgida na cidade de Turim, no contexto da Forma\u00e7\u00e3o da Escola de psican\u00e1lise na It\u00e1lia. Uma concep\u00e7\u00e3o sobre a \u201cl\u00f3gica coletiva\u201d foi a\u00ed tratada partindo daquela apresentada com muita clareza no texto de Freud <em>Massenpsychologie<\/em>. Lacan resume em uma frase o seu conte\u00fado: \u201co coletivo n\u00e3o \u00e9 nada &#8211; o coletivo n\u00e3o \u00e9 nada sen\u00e3o o sujeito do individual\u201d<a href=\"#_ftn15\" name=\"_ftnref15\"><sup>[15]<\/sup><\/a>. Ent\u00e3o, na cita\u00e7\u00e3o apresentada, quando \u00e9 dito que \u201ca experi\u00eancia anal\u00edtica \u00e9 uma experi\u00eancia coletiva de dois\u201d, \u00e9 para apontar que os fen\u00f4menos que se revelam e se desdobram no tratamento, s\u00e3o os mesmos que os fen\u00f4menos colocados em evid\u00eancia no plano coletivo. Nos termos de Freud, a fun\u00e7\u00e3o do eu, a do Ideal do eu, e o fen\u00f4meno da identifica\u00e7\u00e3o. Por isso a psican\u00e1lise n\u00e3o se reduz ao consult\u00f3rio, ela tem no horizonte a subjetividade de uma \u00e9poca.<\/p>\n<p>Segundo Miller<a href=\"#_ftn16\" name=\"_ftnref16\"><sup>[16]<\/sup><\/a>, Lacan avan\u00e7ou como fundador de uma forma\u00e7\u00e3o coletiva ao introduzir a dimens\u00e3o da solid\u00e3o. Ele n\u00e3o se colocou como o Ideal quando fundou sua Escola, mas se relacionou com o Ideal de uma causa em sua dimens\u00e3o solit\u00e1ria. \u201cN\u00e3o \u00e9 uma coletividade sem Ideal, mas uma coletividade que sabe o que \u00e9 o Ideal e o que \u00e9 a solid\u00e3o subjetiva.\u201d<a href=\"#_ftn17\" name=\"_ftnref17\"><sup>[17]<\/sup><\/a> O Ideal da causa anal\u00edtica e a solid\u00e3o de cada um com ela. Foi o modo de Lacan interpretar o coletivo.<\/p>\n<hr \/>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a>Lacan, J. [1972-1973] <em>O Semin\u00e1rio, livro 20: mais ainda. <\/em>Rio de Janeiro: Zahar, 1985, p. 98.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\"><sup>[2]<\/sup><\/a> Erick Leonardo \u00e9 Analista praticante e participante da Nova Pol\u00edtica da Juventude da Escola Brasileira de Psican\u00e1lise.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\"><sup>[3]<\/sup><\/a> A f\u00f3rmula do amor, can\u00e7\u00e3o de Leo Jaime e Leoni<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\"><sup>[4]<\/sup><\/a> Gypsy, can\u00e7\u00e3o de Lady Gaga<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\"><sup>[5]<\/sup><\/a> Freud, S. (1907). Escritores criativos e devaneios. E.S.B Rio de Janeiro: Imago, 1950. v. IX.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\"><sup>[6]<\/sup><\/a> Miller, J.A. Ler um sintoma. 2011. Dispon\u00edvel em <a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/ler-um-sintoma\/\">https:\/\/ebp.org.br\/sp\/ler-um-<\/a><a href=\"https:\/\/ebp.org.br\/sp\/ler-um-sintoma\/\">sintoma\/<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\"><sup>[7]<\/sup><\/a> \u00a0Moreno, B. G. &#8220;As entradas em uma an\u00e1lise: entre a urg\u00eancia e a paci\u00eancia&#8221;. In: Come\u00e7ar a se analisar. Uma volta a mais. Lacan XXI Revista FAPOL online. Vol. n\u00ba14, 29 de maio de 2024. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.lacan21.com\/sitio\/as-entradas-em-analise-entre-a-urgencia-e-a-paciencia\/?lang=pt-br\">https:\/\/www.lacan21.com\/sitio\/as-entradas-em-analise-entre-a-urgencia-e-a-paciencia\/?lang=pt-br<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\"><sup>[8]<\/sup><\/a>\u00a0 Nelson Matheus Silva \u00e9 participante da Nova Pol\u00edtica da Juventude da Escola Brasileira de Psican\u00e1lise.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\"><sup>[9]<\/sup><\/a> Lacan, J. [1964] &#8220;O Semin\u00e1rio, livro 11: os quatro conceitos fundamentais da psican\u00e1lise&#8221;. Rio de Janeiro: Zahar, 1985, p. 57.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\"><sup>[10]<\/sup><\/a> Moreno, B. G. &#8220;As entradas em uma an\u00e1lise: entre a urg\u00eancia e a paci\u00eancia&#8221;. In: Come\u00e7ar a se analisar. Uma volta a mais. Lacan XXI Revista FAPOL online. Vol. n\u00ba14, 29 de maio de 2024. Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.lacan21.com\/sitio\/as-entradas-em-analise-entre-a-urgencia-e-a-paciencia\/?lang=pt-br\">https:\/\/www.lacan21.com\/sitio\/as-entradas-em-analise-entre-a-urgencia-e-a-paciencia\/?lang=pt-br<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\"><sup>[11]<\/sup><\/a>\u00a0 Lacan, J. [1964] &#8220;O Semin\u00e1rio, livro 11: os quatro conceitos fundamentais da psican\u00e1lise&#8221;. Rio de Janeiro: Zahar, 1985, p. 61.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref12\" name=\"_ftn12\"><sup>[12]<\/sup><\/a>\u00a0 Miller, Jacques-Alain. &#8220;A er\u00f3tica do tempo&#8221;. Rio de Janeiro: Escola Brasileira de Psican\u00e1lise, 2000, p. 69-70<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref13\" name=\"_ftn13\"><sup>[13]<\/sup><\/a>\u00a0 Lacan, J. (1945). &#8220;O tempo l\u00f3gico e a asser\u00e7\u00e3o da certeza antecipada&#8221;. In: Escritos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1998.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref14\" name=\"_ftn14\"><sup>[14]<\/sup><\/a> MILLER, Jacques-Alain. Teoria de Turim: sobre o sujeito da Escola.\u00a0<em>In<\/em>: <em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana online<\/em> nova s\u00e9rie, Ano 7 n. 21, novembro de 2016. p.3.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref15\" name=\"_ftn15\"><sup>[15]<\/sup><\/a> <em>Idem<\/em>. p.3<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref16\" name=\"_ftn16\"><sup>[16]<\/sup><\/a> <em>Idem<\/em>. p.5<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\"><a href=\"#_ftnref17\" name=\"_ftn17\"><sup>[17]<\/sup><\/a> <em>Idem<\/em>. p.7<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Fazer o amor, como o nome indica, \u00e9 poesia&#8221;\u00a0 (Lacan, 1985, p. 98)[1] por Erick Leonardo[2] \u201cAinda encontro a f\u00f3rmula do amor\u2026\u201d[3] Eis que se canta desejosamente por uma solu\u00e7\u00e3o pr\u00eat-\u00e0-porter, para acertar no match da parceria amorosa. 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