{"id":673,"date":"2024-10-15T05:20:58","date_gmt":"2024-10-15T08:20:58","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2024\/?page_id=673"},"modified":"2024-10-15T05:20:58","modified_gmt":"2024-10-15T08:20:58","slug":"eixo-3-a-pratica-analitica-nos-territorios","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2024\/a-jornada\/referencias-bibliograficas\/eixo-3-a-pratica-analitica-nos-territorios\/","title":{"rendered":"Eixo 3 &#8211; A pr\u00e1tica anal\u00edtica nos territ\u00f3rios"},"content":{"rendered":"<h3><strong><span style=\"color: #000080;\">Eixo 3: A pr\u00e1tica anal\u00edtica nos territ\u00f3rios<\/span><\/strong><\/h3>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Sigmund Freud<\/strong><\/p>\n<p>Sobre o in\u00edcio do tratamento (1913). <em>In.<\/em>:<strong>Fundamentos da cl\u00ednica psicanal\u00edtica<\/strong>. Belo Horizonte: Aut\u00eantica Editora, 2018.<\/p>\n<p>\u201cEm geral, o material com que come\u00e7amos o tratamento \u00e9 indiferente, seja ele a hist\u00f3ria de vida, seja a hist\u00f3ria da doen\u00e7a ou lembran\u00e7as da inf\u00e2ncia do paciente. Mas, em todo caso, deixamos que o paciente conte e deixamos a cargo dele a escolha do ponto inicial.\u201d p. 135.<\/p>\n<p>Caminhos da terapia psicanal\u00edtica (1919 [1918]). <em>In.<\/em>: <strong>Fundamentos da cl\u00ednica psicanal\u00edtica<\/strong>. Belo Horizonte: Aut\u00eantica Editora, 2018.<\/p>\n<p>\u201cRecusamos enfaticamente transformar o paciente, que se entrega em nossas m\u00e3os buscando ajuda, em nossa propriedade, formar o seu destino para ele, impor-lhe os nossos ideais e, com a altivez do Criador, form\u00e1-lo \u00e0 nossa semelhan\u00e7a, para a nossa satisfa\u00e7\u00e3o. Ainda hoje insisto nessa recusa.\u201d p. 198.<\/p>\n<p>Caminhos da terapia psicanal\u00edtica (1919 [1918]). <em>In.<\/em>: <strong>Fundamentos da cl\u00ednica psicanal\u00edtica<\/strong>. Belo Horizonte: Aut\u00eantica Editora, 2018.<\/p>\n<p>\u201cPude ajudar pessoas com as quais n\u00e3o tinha qualquer la\u00e7o de ra\u00e7a, educa\u00e7\u00e3o, posi\u00e7\u00e3o social ou vis\u00e3o de mundo, sem incomod\u00e1-las em suas peculiaridades.\u201d p. 198.<\/p>\n<p>Pr\u00f3logo a relat\u00f3rio sobre a Policl\u00ednica Psicanal\u00edtica de Berlim, de Max Eitingon (1928). <em>In.<\/em>: <strong>Obras completas, volume 16<\/strong>: O eu e o id, &#8220;autobiografia&#8221; e outros textos (1923-1925).<\/p>\n<p>\u201cSe a psican\u00e1lise, juntamente com sua import\u00e2ncia cient\u00edfica, tem valor como m\u00e9todo terap\u00eautico, se \u00e9 capaz de assistir indiv\u00edduos sofredores na luta pelo cumprimento das exig\u00eancias da civiliza\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o essa ajuda tamb\u00e9m deve ser oferecida ao grande n\u00famero daqueles que s\u00e3o pobres demais para remunerar o analista por seu penoso trabalho\u201d. p. 341.<\/p>\n<p>Considera\u00e7\u00f5es contempor\u00e2neas sobre a morte e a guerra (1915). <em>In.:<\/em> <strong>Cultura, sociedade, religi\u00e3o<\/strong>. Belo Horizonte: Aut\u00eantica Editora, 2020.<\/p>\n<p>\u201cMas \u00e9 prov\u00e1vel que sintamos o mal deste tempo de maneira desmedidamente intensa e n\u00e3o tenhamos o direito de compar\u00e1-lo com o mal de outras \u00e9pocas que n\u00e3o vivenciamos\u201d. p. 99.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Jacques-Alain Miller<\/strong><\/p>\n<p>Conclusi\u00f3n del PIPOL V<\/p>\n<p><strong>Dispon\u00edvel em: <\/strong><a href=\"http:\/\/enapol.com\/vi\/wp-content\/uploads\/sites\/8\/2021\/08\/013.pdf\"><strong>http:\/\/enapol.com\/vi\/wp-content\/uploads\/sites\/8\/2021\/08\/013.pdf<\/strong><\/a><\/p>\n<p>\u201cO ideal da sa\u00fade mental traduz o imenso esfor\u00e7o que, hoje em dia, \u00e9 feito para levar a cabo o que chamarei de &#8220;retifica\u00e7\u00e3o subjetiva de massas&#8221;, destinada a harmonizar o homem com o mundo contempor\u00e2neo, dedicada em suma a combater e a reduzir o que Freud nomeou, de maneira inesquec\u00edvel, como o mal-estar na cultura\u201d. p.3 (Tradu\u00e7\u00e3o nossa).<\/p>\n<p>\u201cO discurso anal\u00edtico, no entanto, por pequena que seja sua voz no estrondo contempor\u00e2neo, faz obje\u00e7\u00e3o e n\u00e3o carece de pot\u00eancia. Sua pot\u00eancia \u00e9 dada, de sa\u00edda, pelo fato de que ele n\u00e3o \u00e9 massificador\u201d. p. 4. (Tradu\u00e7\u00e3o nossa<strong>).<\/strong><\/p>\n<p>\u201cO que o sujeito encontra na psican\u00e1lise \u00e9 sua solid\u00e3o e seu ex\u00edlio. Sim, seu estatuto de exilado em rela\u00e7\u00e3o ao discurso do Outro. N\u00e3o \u00e9 o Outro com A mai\u00fascula o que est\u00e1 no centro do discurso anal\u00edtico, \u00e9 o Um sozinho\u201d. p.4 (Tradu\u00e7\u00e3o nossa<strong>).<\/strong><\/p>\n<p>\u201cSe a sa\u00fade mental n\u00e3o existe \u00e9 porque o corpo gozante, a carne, exclui o mental ao mesmo tempo em que o condiciona, o enlouquece, o extravia\u201d.p.6 (Tradu\u00e7\u00e3o nossa).<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>Qual pol\u00edtica lacaniana para 2009? Perspectivas de pol\u00edtica lacaniana. <em>In<\/em>: <strong>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana<\/strong>: Revista Brasileira Internacional de Psican\u00e1lise n.53. Edi\u00e7\u00f5es Eolia, S\u00e3o Paulo-SP. Janeiro de 2009.<\/p>\n<p><strong>\u201c<\/strong>H\u00e1 uma pol\u00edtica da psican\u00e1lise: ela concerne aos fins \u00faltimos e aos resultados da opera\u00e7\u00e3o psicanal\u00edtica. Seu princ\u00edpio maior, e talvez \u00fanico, \u00e9 a autonomia do discurso anal\u00edtico, a manuten\u00e7\u00e3o de sua diferen\u00e7a absoluta em rela\u00e7\u00e3o aos outros discursos. Tudo que preserva e alimenta essa autonomia \u00e9 bom; tudo que a desfalca, corr\u00f3i, arru\u00edna, \u00e9 ruim\u201d. p.8.<\/p>\n<p>Teoria de Turim: sobre o sujeito da Escola.\u00a0<em>In<\/em>: <strong>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana online <\/strong>nova s\u00e9rie, Ano 7 n. 21, novembro de 2016.<\/p>\n<p>\u201cA experi\u00eancia anal\u00edtica \u00e9 uma experi\u00eancia coletiva de dois; a psican\u00e1lise n\u00e3o est\u00e1 confinada ao consult\u00f3rio do psicanalista, permite captar a mola da psicologia dos grupos, das forma\u00e7\u00f5es coletivas\u201d. p.3<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>\u00c9ric Laurent<\/strong><\/p>\n<p>O Del\u00edrio da Normalidade<strong>. <\/strong><em>In<\/em>:<strong> Loucuras, sintomas e fantasias na vida cotidiana<\/strong>\/\u00c9ric Laurent. Belo Horizonte. Scriptum Livros, 2011.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s, precisamente, nos atemos \u00e0 apresenta\u00e7\u00e3o, n\u00e3o de uma psicopatologia geral, mas do esfor\u00e7o de cada sujeito para tratar do seu sintoma e do acolhimento que lhe damos em institui\u00e7\u00f5es que, sem nossa presen\u00e7a, teriam tend\u00eancia a trat\u00e1-lo como categoria\u201d. p. 45<\/p>\n<p>\u201cDe fato, no campo das institui\u00e7\u00f5es que dizem respeito \u00e0 sa\u00fade mental, somos confrontados com uma nova figura, com novos ideais progressistas trazidos pela reforma psiqui\u00e1trica, os ideais de reabilita\u00e7\u00e3o psicossocial\u201d. p. 46.<\/p>\n<p>\u201cFace \u00e0 escalada dos ideais da sa\u00fade mental coletiva, Lacan (1978) enunciava posi\u00e7\u00f5es provocadoras como: \u201ctodo mundo \u00e9 louco\u201d. Isso n\u00e3o quer dizer naturalmente que todos s\u00e3o psic\u00f3ticos e nem que a cl\u00ednica estaria completamente enlouquecida. Significa que n\u00e3o h\u00e1 nenhuma possibilidade de visar uma norma comum\u201d. p. 51<\/p>\n<p>\u201cComo \u00e9 preciso concluir, direi ent\u00e3o que o modo de nos protegermos, de nos defendermos do del\u00edrio da normalidade, \u00e9 o nosso esfor\u00e7o constante para mostrar que: a sa\u00fade mental n\u00e3o existe, que o la\u00e7o social n\u00e3o existe, que a psicopatologia tamb\u00e9m n\u00e3o existe e que, uma vez que sabemos disso, ent\u00e3o sim, poderemos nos aproximar do sintoma como Real\u201d. p. 53<\/p>\n<p>Usos actuales posibles e imposibles del psican\u00e1lisis. <em>In<\/em>: <strong>Psicoan\u00e1lisis y Salud Mental. <\/strong>Editorial Tres Haces. Buenos Aires-Argentina. 2000.<\/p>\n<p>\u201cDevem ser formados analistas que possam se dedicar a esse objetivo; precisamente, n\u00e3o oferecer a cura anal\u00edtica para todos, mas poder instalar-se em um lugar de um \u201cuso poss\u00edvel\u201d para todos. (tradu\u00e7\u00e3o nossa). p.58<\/p>\n<p>Cidades Anal\u00edticas. <em>In<\/em>: <strong>Sociedade do Sintoma a psican\u00e1lise, hoje.<\/strong> Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2007.<\/p>\n<p>&#8220;Lacan d\u00e1 um passo a mais em sua leitura da cidade, quando sai da cidade lida para a cidade letra, m\u00e1quina de refratar o significante.&#8221; p. 109<\/p>\n<p>&#8220;Os analistas t\u00eam de passar da posi\u00e7\u00e3o de especialistas da desidentifica\u00e7\u00e3o para a de analista cidad\u00e3o. Um analista cidad\u00e3o no sentido que esse termo pode ter na moderna teoria democr\u00e1tica. Os analistas precisam entender que h\u00e1 comunh\u00e3o de interesses entre o discurso anal\u00edtico e a democracia, e precisam entend\u00ea-lo verdadeiramente!&#8221; p. 143.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Carlo Vigan\u00f2<\/strong><\/p>\n<p>Da institui\u00e7\u00e3o ao Discurso. <em>In<\/em>: Wellerson Alkmim (Org.). <strong>Novas confer\u00eancias<\/strong>. Belo Horizonte: <em>Scriptum<\/em> Livros, 2012.<\/p>\n<p>\u201cDe fato, o saber do analista n\u00e3o tem caracter\u00edsticas da universalidade do tipo cient\u00edfico, mas nasce de uma posi\u00e7\u00e3o de int\u00e9rprete na transfer\u00eancia, posi\u00e7\u00e3o que conjuga o universal com o particular (ver algoritmo da transfer\u00eancia)\u201d. p.91.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 importante notar que, do in\u00edcio ao fim, a quest\u00e3o institucional funde-se com a da organiza\u00e7\u00e3o dos significantes fundamentais, que est\u00e3o na base das institui\u00e7\u00f5es sociais e se revela uma quest\u00e3o de discurso\u201d. p.91.<\/p>\n<p>\u201cO ato do analista modifica as condi\u00e7\u00f5es da massa (tornando-se, por isso, ato pol\u00edtico) e introduz os afastamentos que permitem mudar o discurso\u201d. p.94<\/p>\n<p>\u201cTudo isso leva a criar novas institui\u00e7\u00f5es, lugares de trabalho onde o discurso do analista possa ser operante e, por isso, centrado em torno de um vazio real de saber-poder\u201d. p.97.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Serge Cottet\u00a0\u00a0 <\/strong><\/p>\n<p>O psicanalista aplicado. <em>In<\/em>: <strong>Pertin\u00eancia da psican\u00e1lise aplicada<\/strong>: trabalhos da Escola da causa Freudiana reunidos pela Associa\u00e7\u00e3o do Campo freudiano; tradu\u00e7\u00e3o Vera Avelar Ribeiro. &#8211;\u00a0 Rio de Janeiro: Forense Universit\u00e1ria, 2007.<\/p>\n<p>\u201cNingu\u00e9m mais pensa que a psican\u00e1lise aplicada seria, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 psican\u00e1lise pura, como o empirismo descosido oposto a uma racionalidade intang\u00edvel. N\u00e3o existe condi\u00e7\u00e3o ideal ao ato anal\u00edtico, nem quadro acad\u00eamico, nem tipo cl\u00ednico privilegiado\u201d. p.27.<\/p>\n<p>\u201cA psican\u00e1lise aplicada, ou seja, o pr\u00f3prio tratamento, inscreve-se nessa epistemologia da deforma\u00e7\u00e3o, da topologia, da anamorfose dos conceitos, sem nunca se confundir com a degrada\u00e7\u00e3o dos princ\u00edpios\u201d. p.28.<strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bernardino Horne<\/strong><\/p>\n<p>Efeitos de forma\u00e7\u00e3o: o analista na psican\u00e1lise aplicada \u00e0 terap\u00eautica. <em>In<\/em>: <strong>Os usos da psican\u00e1lise<\/strong>: primeiro encontro americano do Campo freudiano. Angelina Harari, Maria Hort\u00eancia Cardenas e Flory Kruger (org.). Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2003.<\/p>\n<p>\u201cEntre os efeitos de forma\u00e7\u00e3o de um analista, est\u00e1 o de poder tomar essa posi\u00e7\u00e3o na terap\u00eautica, fora da an\u00e1lise propriamente dita, e continuar analista. Trata-se de sair do lugar de analista sem deixar de s\u00ea-lo. Nisso h\u00e1 algo mais al\u00e9m (e n\u00e3o aqu\u00e9m) do analista, algo do <em>soi-m\u00eame<\/em>, como diz Lacan, que implica a pr\u00f3pria experi\u00eancia como analisante e se faz presente na orienta\u00e7\u00e3o do tratamento\u201d. p.55.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Graciela Brodsky<\/strong><\/p>\n<p>A solu\u00e7\u00e3o do sintoma. <em>In<\/em>: <strong>Os usos da psican\u00e1lise<\/strong>: primeiro encontro americano do Campo freudiano. Angelina Harari, Maria Hort\u00eancia Cardenas e Flory Fruger (org.). Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2003.<\/p>\n<p>\u201cUma\u00a0 institui\u00e7\u00e3o, qualquer que seja, \u00e9 um lugar regido pelo discurso do mestre. Um analista em uma institui\u00e7\u00e3o est\u00e1 preso a esse discurso? Ao discurso da institui\u00e7\u00e3o? Ao discurso anal\u00edtico? Se n\u00e3o se responde a essa quest\u00e3o, a pergunta pela psican\u00e1lise aplicada, tal como estamos trabalhando, \u00e9 uma pergunta totalmente formal\u201d. p. 27.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Antonio Di Ciaccia<\/strong><\/p>\n<p>Inventar a psican\u00e1lise na Institui\u00e7\u00e3o. <em>In<\/em>: <strong>Os usos da psican\u00e1lise<\/strong>: primeiro encontro americano do Campo freudiano. Angelina Harari, Maria Hort\u00eancia Cardenas e Flory Fruger (org.). Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2003.<strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong><\/p>\n<p>\u201cEm uma institui\u00e7\u00e3o, uma verdadeira pr\u00e1tica feita por muitos deve levar isso em conta e orientar seu funcionamento n\u00e3o pelas exig\u00eancias dos especialistas, mas segundo as exig\u00eancias do sujeito; n\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua posi\u00e7\u00e3o quanto ao sintoma e ao diagn\u00f3stico, ainda que estrutural, por\u00e9m em sua rela\u00e7\u00e3o com o campo da fala e da linguagem\u201d. p.38.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rgio Laia<\/strong><\/p>\n<p>A pr\u00e1tica anal\u00edtica nas institui\u00e7\u00f5es. <em>In<\/em>: <strong>Os usos da psican\u00e1lise<\/strong>: primeiro encontro americano do Campo freudiano. Angelina Harari, Maria Hort\u00eancia Cardenas e Flory Fruger (org.). Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2003.<\/p>\n<p>\u201cA pr\u00e1tica lacaniana nas institui\u00e7\u00f5es, por ser anti-segregativa e fiel ao que Jacques-Alain Miller tem chamado de \u201cesfor\u00e7o de poesia\u201d, disp\u00f5e-se a enfrentar desafios como aquele que Oswald de Andrade, um dos principais articuladores do modernismo brasileiro, questionado sobre uma poss\u00edvel dificuldade do povo de apreender as propostas modernistas, formulou nas seguintes palavras: \u201ca massa ainda ir\u00e1 comer a massa fina do biscoito que fabrico\u201d. p.76.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eixo 3: A pr\u00e1tica anal\u00edtica nos territ\u00f3rios \u00a0 Sigmund Freud Sobre o in\u00edcio do tratamento (1913). In.:Fundamentos da cl\u00ednica psicanal\u00edtica. 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