{"id":556,"date":"2024-08-29T05:48:25","date_gmt":"2024-08-29T08:48:25","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2024\/?page_id=556"},"modified":"2024-09-10T05:16:33","modified_gmt":"2024-09-10T08:16:33","slug":"eixo-2-as-subjetividades-contemporaneas-e-urgencias","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2024\/a-jornada\/referencias-bibliograficas\/eixo-2-as-subjetividades-contemporaneas-e-urgencias\/","title":{"rendered":"Eixo 2- As subjetividades contempor\u00e2neas e urg\u00eancias"},"content":{"rendered":"<h3><span style=\"color: #333399;\">Eixo 2\u00a0\u2013 As subjetividades contempor\u00e2neas e urg\u00eancias<\/span><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Sigmund Freud <\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m do princ\u00edpio de prazer [1920].\u00a0<em>In<\/em>:\u00a0<strong>Al\u00e9m do princ\u00edpio de prazer<\/strong>. (Obras incompletas de Sigmund Freud). Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2020.<\/p>\n<p>\u201cAinda resta muito para justificar a suposi\u00e7\u00e3o da compuls\u00e3o \u00e0 repeti\u00e7\u00e3o, e esta nos parece mais origin\u00e1ria, mais elementar e mais pulsional do que o princ\u00edpio de prazer por ela deixado de lado.\u201d p. 99.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O mal-estar na cultura [1930].\u00a0<em>In<\/em>:\u00a0<strong>Cultura, Sociedade, Religi\u00e3o<\/strong>: O mal-estar na cultura e outros escritos. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2020.<\/p>\n<p>\u201cChamamos de consci\u00eancia de culpa a tens\u00e3o entre o severo Supereu e o Eu que lhe est\u00e1 submetido; ela se manifesta como necessidade de puni\u00e7\u00e3o. A cultura lida, portanto, com o perigoso prazer da agress\u00e3o do indiv\u00edduo, enfraquecendo-o, desarmando-o e vigiando-o, por meio de uma inst\u00e2ncia em seu interior, como se fosse a ocupa\u00e7\u00e3o de uma cidade conquistada.\u201d p.377.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jacques Lacan<\/strong><\/p>\n<p>Fun\u00e7\u00e3o e campo da fala e da linguagem. <em>In<\/em>: <strong>Escritos.<\/strong> Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1998.<\/p>\n<p>\u201cNada h\u00e1 de criado que n\u00e3o apare\u00e7a na urg\u00eancia, e nada na urg\u00eancia que n\u00e3o gere sua supera\u00e7\u00e3o na fala\u201d. p.242.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>O Semin\u00e1rio, livro 10: a ang\u00fastia<\/strong>. Jacques Lacan: texto estabelecido por Jacques-Alain Miller. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2005.<\/p>\n<p>\u201c&#8230; a passagem ao ato est\u00e1 do lado do sujeito na medida em que este aparece apagado ao m\u00e1ximo pela barra. O momento da passagem ao ato \u00e9 o do embara\u00e7o maior do sujeito (&#8230;) ele se precipita e despenca fora da cena.\u201d\u00a0 p. 129.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Pref\u00e1cio \u00e0 edi\u00e7\u00e3o inglesa do Semin\u00e1rio 11. <em>In<\/em>: <strong>Outros escritos<\/strong>, Jorge Zahar Ed, Rio de Janeiro, 2003.<\/p>\n<p>\u201c A miragem da verdade, da qual s\u00f3 se pode esperar a mentira ( \u00e9 isso que se chama resist\u00eancia, em termos polidos), n\u00e3o tem outro limite sen\u00e3o a satisfa\u00e7\u00e3o que marca o fim da an\u00e1lise\u201d. p.568.<\/p>\n<p>\u201cPosto que dar essa satisfa\u00e7\u00e3o \u00e9 a urg\u00eancia que a an\u00e1lise preside, interroguemos como pode algu\u00e9m se dedicar a satisfazer esses casos de urg\u00eancia\u201d. p.569.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Jacques-Alain Miller<\/strong><\/p>\n<p>Lacan: observa\u00e7\u00f5es sobre seu conceito de passagem ao ato. <em>In:<\/em> <strong>Revista Op\u00e7\u00e3o Lacaniana online <\/strong>nova s\u00e9rie Ano 5 \u2022 N\u00famero 13 \u2022 mar\u00e7o 2014 \u2022 ISSN 2177-2673 Dispon\u00edvel em:<\/p>\n<p>h<a href=\"http:\/\/www.opcaolacaniana.com.br\/pdf\/numero_13\/Passagem_ao_ato.pdf\">ttp:\/\/www.opcaolacaniana.com.br\/pdf\/numero_13\/Passagem_ao_ato.pdf<\/a><u> \u00a0<\/u><\/p>\n<p>\u201c\u00c9 a\u00ed que a cl\u00ednica tem algo a dizer. A\u00ed a cl\u00ednica da passagem ao ato nos lembra a inscri\u00e7\u00e3o temporal inevit\u00e1vel do ato \u2013 especialmente sob a forma da urg\u00eancia.\u201d p. 3.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ler um sintoma. <em>In:<\/em> <strong>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana<\/strong>: Revista Brasileira Internacional de Psican\u00e1lise, S\u00e3o Paulo, n.70, jun. 2015.<\/p>\n<p>\u201cMas ao deslocar a interpreta\u00e7\u00e3o do enquadre edipiano para o enquadre borromeano, \u00e9 o pr\u00f3prio funcionamento da interpreta\u00e7\u00e3o que muda e passa da escuta do sentido \u00e0 leitura do fora de sentido\u201d p.20.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>La Soluci\u00f3n Trans.<\/strong> Buenos Aires: Paid\u00f3s, 2024.<\/p>\n<p>&#8220;O significante trans \u00e9 um Nome-do-Pai&#8221;. p. 187.\u00a0(tradu\u00e7\u00e3o nossa)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Beatriz Garcia Moreno<\/strong><\/p>\n<p>As entradas em uma an\u00e1lise: entre a urg\u00eancia e a paci\u00eancia <em>In<\/em><strong>: Come\u00e7ar a se analisar. Uma volta a mais.<\/strong> Lacan XXI Revista FAPOL online. Vol. n\u00ba14, 29 de maio de 2024. Dispon\u00edvel em:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.lacan21.com\/sitio\/as-entradas-em-analise-entre-a-urgencia-e-a-paciencia\/?lang=pt-br\">https:\/\/www.lacan21.com\/sitio\/as-entradas-em-analise-entre-a-urgencia-e-a-paciencia\/?lang=pt-br<\/a><\/p>\n<p>\u201cAs demandas de an\u00e1lise acontecem em meio a diversos tipos de urg\u00eancia: a que est\u00e1 relacionada com o p\u00e2nico e a ang\u00fastia, a que est\u00e1 atr\u00e1s daqueles que resistem, a que se esconde no simb\u00f3lico. A solicita\u00e7\u00e3o na urg\u00eancia se refere a algo fora da cadeia significante, a algo que chega sem perguntas, sem pedido de amor nem de saber, mas com gozo; entretanto, \u00e9 justamente \u201cum algo\u201d que precipita a demanda de an\u00e1lise.\u201d p.39.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cA ang\u00fastia na urg\u00eancia mant\u00e9m aberta a demanda ao Outro, n\u00e3o o apaga. Por isso se busca um analista e se arrisca a dizer algo do que lhe ocorre; n\u00e3o por uma transfer\u00eancia que implique amor ou um saber suposto ao Outro; ela vai mais al\u00e9m do significante. Lacan, em seu \u00faltimo ensino, se refere \u00e0 transfer\u00eancia como espelhismo, sugest\u00e3o; e afirma que antes de que se apresente o sujeito-suposto-saber, o paciente faz a demanda por uma urg\u00eancia vital que convoca o analista a fazer par com o que urge\u201d. p.39<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201c Na urg\u00eancia, se rompem as coordenadas de espa\u00e7o e tempo do sujeito e este se precipita em uma temporalidade marcada pela ang\u00fastia. Atender essa urg\u00eancia implica em acolh\u00ea-la no instante de ver, o qual n\u00e3o se refere ao frenes\u00ed do tempo que imp\u00f5e o mestre moderno ou \u00e0 pressa que responde ao imperativo superegoico do \u201cgoze\u201d, mas ao tempo de algo que urge no real.\u201d p. 40.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>J\u00e9sus Santiago<\/strong><\/p>\n<p><strong>A droga do toxic\u00f4mano: uma parceria c\u00ednica na era da ci\u00eancia\/ <\/strong>J\u00e9sus Sntiago. \u00a0Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 2001.<\/p>\n<p>\u201cDesse ponto de vista, pode-se ler o gozo como a causa estrutural da impossibilidade de felicidade na civiliza\u00e7\u00e3o. Na verdade, o sofrimento de cada um na sua rela\u00e7\u00e3o com o gozo, desde que, nele, s\u00f3 se introduza por meio do mais-gozar, define perfeitamente o mal-estar\/ <em>Unbehagen, <\/em>que \u00e9 apenas o outro nome do sintoma\u201d. p.103.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cEntre as t\u00e9cnicas vitais que visam \u00e0 felicidade e \u00e0 evita\u00e7\u00e3o do sofrimento, figura, enfim, o uso de drogas. A especificidade desse meio de satisfa\u00e7\u00e3o evidencia-se na sua a\u00e7\u00e3o sobre o pr\u00f3prio corpo\u201d. p.104.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Marcelo Veras<\/strong><\/p>\n<p><strong>A morte de si.<\/strong> \u00a0Marcelo Veras. \u2013 1. ed. &#8211; S\u00e3o Paulo: Editora Bregantini, 2023.<\/p>\n<p>\u201cO suic\u00eddio em si n\u00e3o \u00e9 uma patologia, mas algo muito mais amplo, e tamb\u00e9m n\u00e3o se trata de um ato ligado exclusivamente \u00e0 depress\u00e3o. Vamos ver, inclusive, que, muitas vezes, uma depress\u00e3o ou ang\u00fastia podem impedir o sujeito de se matar\u201d. p. 46.<\/p>\n<p>\u201c \u00c9 bastante conhecido o fato de que o suic\u00eddio ocorre precisamente quando o antidepressivo come\u00e7a a fazer efeito e libera o sujeito de uma prostra\u00e7\u00e3o que o protegia do ato\u201d. p.46.<\/p>\n<p>\u201cPara cada deprimido chorando sempre h\u00e1 um vendedor de antidepressivo sorrindo! Perceba que n\u00e3o sou contra os medicamentos, tamb\u00e9m pouco digo que a ind\u00fastria farmac\u00eautica \u00e9 sempre vil\u00e3, mas a m\u00e1quina capitalista exige consumo, e a melhor maneira de aumentar o consumo \u00e9 fomentar a demanda\u201d. p.47.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Marcus Andr\u00e9 Vieira. <\/strong><\/p>\n<p><strong>Andamento de um encontro<\/strong>. \u00a0<em>In<\/em>: <strong>Urg\u00eancia sem emerg\u00eancia? <\/strong>Rio de Janeiro: Subversos; ICP-RJ, 2008.<\/p>\n<p>\u201cA urg\u00eancia \u00e9 a suspens\u00e3o do tempo e a dissolu\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o. Seu momento \u00e9 o de um presente eternizado, sem amanh\u00e3, nem passado. Seu lugar \u00e9 o vazio e seu solo nenhum. Seus correspondentes afetivos se declinam como ang\u00fastia, stress e p\u00e2nico\u201d.\u00a0p.106.<\/p>\n<p>\u201cA psican\u00e1lise n\u00e3o \u00e9 contradit\u00f3ria com cuidados e aten\u00e7\u00e3o, mas aposta, sobretudo, naqueles elementos inacess\u00edveis ao conhecimento de si de quem sofre. Com eles construir\u00e1 um elo de liga\u00e7\u00e3o com o social que dar\u00e1 ao urgenciado um novo lugar no Outro\u201d. p.107.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ricardo Seldes<\/strong><\/p>\n<p><strong>La Urgencia dicha.<\/strong> Buenos Aires: Colecci\u00f3n Diva, 2019.<\/p>\n<p>&#8220;Referir-nos \u00e0 urg\u00eancia do parl\u00eatre implica que partimos do gozo e n\u00e3o do Outro do significante&#8221;. p. 23. (tradu\u00e7\u00e3o nossa)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Urg\u00eancia: entre a verdade e o gozo<\/strong> (2021)<\/p>\n<p>Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/clipp.org.br\/atualidades-psicanaliticas-29\/\">https:\/\/clipp.org.br\/atualidades-psicanaliticas-29\/<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cA urg\u00eancia \u00e9 um furo no tempo, \u00e9 o momento da eterniza\u00e7\u00e3o. Quando um acontecimento traum\u00e1tico irrompe, surge a perplexidade, independentemente do diagn\u00f3stico estrutural. A resposta subjetiva vir\u00e1 depois. A urg\u00eancia \u00e9 um momento de estranheza, com fen\u00f4menos inusitados, que podem produzir confus\u00f5es diagn\u00f3sticas nas primeiras entrevistas.\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Pausa: uma porta para a subjetividade hoje.<\/strong> \u00a0<em>In<\/em>: Urg\u00eancia sem emerg\u00eancia? Rio de Janeiro: Subversos; ICP-RJ, 2008.<\/p>\n<p>\u201cChegar \u00e0 Pausa implica primeiramente encontrar uma porta\u201d. p.100<\/p>\n<p>\u201cA porta da Pausa se abre para dentro, de forma que, pela psican\u00e1lise aplicada, se estabele\u00e7a um la\u00e7o com os psicanalistas. Do lado de fora dos consult\u00f3rios particulares, temos a cidade, as pessoas que nela moram e seus modos de viver a puls\u00e3o. Ao girar a espiral, os psicanalistas declinam da \u201cpaz\u201d de seus consult\u00f3rios para sair para o mundo\u201d. p.100.<\/p>\n<p>\u201cA urg\u00eancia implica um tempo de concluir acelerado, a pressa que assinala o horizonte da passagem ao ato. Propor uma pausa n\u00e3o \u00e9 sem trabalho\u201d. p.101.<\/p>\n<p>\u201cA urg\u00eancia \u00e9 uma oportunidade para que cada um possa se encontrar com sua falta e, \u00e9 claro, com o espa\u00e7o para que a partir da reconstru\u00e7\u00e3o de um la\u00e7o, surjam afetos como a impaci\u00eancia ou a vergonha, \u00edndices certeiros de um questionamento do excesso no pr\u00f3prio gozo\u201d. p. 103<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Comiss\u00e3o de Refer<span style=\"font-size: 13px;\">\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/span><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\">Coordena\u00e7\u00e3o: Karynna N\u00f3brega e Li\u00e8ge Uch\u00f4a<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13px;\">Erick Leonardo, Jos\u00e9 Au<\/span>gusto Rocha, Luiza Domingues, Nelson Matheus, Paulo Carvalho, Ra\u00edssa N\u00f3brega e Virg\u00ednia Fernandes.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eixo 2\u00a0\u2013 As subjetividades contempor\u00e2neas e urg\u00eancias &nbsp; Sigmund Freud &nbsp; Al\u00e9m do princ\u00edpio de prazer [1920].\u00a0In:\u00a0Al\u00e9m do princ\u00edpio de prazer. (Obras incompletas de Sigmund Freud). 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