{"id":5660331,"date":"2022-09-14T07:57:42","date_gmt":"2022-09-14T10:57:42","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2022\/?page_id=5660331"},"modified":"2022-09-14T07:57:42","modified_gmt":"2022-09-14T10:57:42","slug":"referencias-eixo-3-o-analista-na-diversidade-dos-sintomas-da-epoca-segunda-entrega","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2022\/bibliografia\/referencias-eixo-3-o-analista-na-diversidade-dos-sintomas-da-epoca-segunda-entrega\/","title":{"rendered":"Refer\u00eancias Eixo 3: O analista na diversidade dos sintomas da \u00e9poca &#8211; segunda entrega"},"content":{"rendered":"[vc_row][vc_column]<div class=\"norebro-text-sc \" \n\tid=\"norebro-custom-69f458a6a59d4\" \n\t \n\t>\n\n\t<h3><strong>Refer\u00eancias Eixo 3:<\/strong><strong> O analista na diversidade dos sintomas da \u00e9poca &#8211; segunda entrega<\/strong><\/h3>\n<h6><strong>Colaboradores<\/strong>: Carlange Castro, \u00c9der Galiza, Nelson Matheus<\/h6>\n<p><strong>FREUD<\/strong><\/p>\n<p>\u201c(&#8230;) o sintoma guarda rela\u00e7\u00f5es com as viv\u00eancias do enfermo(&#8230;)\u201d.<\/p>\n<p>FREUD, Sigmund. (1916-1917) <strong>O sentido do sintoma. <\/strong>In: <em>Confer\u00eancias Introdut\u00f3rias \u00e0 Psican\u00e1lise. <\/em>Obras completas, vol. 13. 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Paulo. Companhia das Letras, 2014, p. 343.<\/p>\n<p>\u201c(&#8230;) N\u00e3o teria se tornado sintomas, se n\u00e3o houvesse penetrado a consci\u00eancia. Mas suas precondi\u00e7\u00f5es ps\u00edquicas, que descobrimos pela an\u00e1lise, os contextos em que os encaixamos atrav\u00e9s da interpreta\u00e7\u00e3o, s\u00e3o inconscientes, pelo menos at\u00e9 que, por meio do trabalho anal\u00edtico, n\u00f3s os tornamos consciente para o enfermo.\u201d<\/p>\n<p>FREUD, Sigmund. (1916-1917 <strong>A Fixa\u00e7\u00e3o no Trauma, O Inconsciente.<\/strong> In: <em>Confer\u00eancias Introdut\u00f3rias \u00e0 Psican\u00e1lise. Obras completas<\/em>, vol. 13. 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Paulo. Companhia das Letras, 2014, p. 371.<\/p>\n<p>\u201c(&#8230;) Surge assim o sintoma, como derivado bastante desfigurado da realiza\u00e7\u00e3o de desejo inconsciente libidinal, uma ambiguidade engenhosamente escolhida, com dois significados mutuamente contradit\u00f3rios(&#8230;).&#8221;<\/p>\n<p>FREUD, Sigmund. (1916-1917 <strong>Os caminhos da forma\u00e7\u00e3o de sintoma.<\/strong> In: <em>Confer\u00eancias Introdut\u00f3rias \u00e0 Psican\u00e1lise. Obras completas<\/em>, vol. 13. 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Paulo. Companhia das Letras, 2014, p. 478.<\/p>\n<p>\u201c(&#8230;) A experi\u00eancia anal\u00edtica nos mostrou que ao tentar melhorar o que est\u00e1 bom, s\u00f3 o pioramos, que em cada fase da recupera\u00e7\u00e3o teremos de lutar contra in\u00e9rcia do paciente, que est\u00e1 disposta a se contentar com uma resolu\u00e7\u00e3o incompleta.\u201d<\/p>\n<p>FREUD, Sigmund. (1937) <strong>A an\u00e1lise finita e infinita.<\/strong> In: <em>Fundamentos da cl\u00ednica psicanal\u00edtica<\/em>. Belo Horizonte. Aut\u00eantica, 2020, p. 334-335.<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>LACAN<\/strong><\/p>\n<p>\u201c(&#8230;)Vislumbrou-se que o problema da car\u00eancia do pai n\u00e3o concernia diretamente \u00e0 crian\u00e7a em quest\u00e3o, mas, como ficou evidente desde do in\u00edcio, que era poss\u00edvel come\u00e7ar a dizer coisas um pouco mais eficazes acerca dessa car\u00eancia, tomando o pai como aquele que tem que manter seu lugar como membro do trio fundamental da fam\u00edlia(&#8230;)\u201d<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. <strong>A met\u00e1fora paterna. <\/strong>In: <em>O Semin\u00e1rio, livro 5: as forma\u00e7\u00f5es do inconsciente.<\/em>(1957-1958). Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999, p. 173.<\/p>\n<p>\u201cA maneira como\u00a0 cada um sofre em sua rela\u00e7\u00e3o com\u00a0 o gozo, por\u00adquanto s\u00f3 se insere nela pela fun\u00e7\u00e3o do mais-de-gozar, eis o sintoma\u00ad-na medida em que ele aparece provindo disto: de que j\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 sen\u00e3o uma verdade social m\u00e9dia, abstrata.\u201d<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. <strong>Mercado do saber, greve da verdade. <\/strong>In: <em>O Semin\u00e1rio, livro 16: de um Outro ao outro<\/em>. (1968-1969)Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999, p. 40.<\/p>\n<p>\u201c(&#8230;) Trata-se do ponto decisivo em que, quaisquer que possam ser as desventuras e sintomas de cada um, todos somos pacientes, ponto este que designo\u00a0 como uma certa disjun\u00e7\u00e3o entre saber e poder.\u201d<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. <strong>Saber Poder. <\/strong>In: <em>O Semin\u00e1rio, livro 16: de um Outro ao outro.<\/em> (1968-1969).Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1999, p. 290.<\/p>\n<p>\u201c No n\u00edvel do discurso da hist\u00e9rica, \u00e9 claro que essa dominante, n\u00f3s a vemos aparecer sob a forma do sintoma. \u00c9 em torno\u00a0\u00a0 do sintoma que se situa e se ordena tudo o que \u00e9 do discurso da hist\u00e9rica.\u201d<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. <strong>Saber, Meio de gozo. <\/strong>In: <em>O Semin\u00e1rio, livro 17: o avesso da psican\u00e1lise.<\/em> (1969-1970) Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1992, p. 41.<\/p>\n<p>\u2018Na medida em que o inconsciente existe, voc\u00eas realizam a todo instante a demonstra\u00e7\u00e3o na qual se baseia a inexist\u00eancia como prelimi\u00adnar do necess\u00e1rio. \u00c9 a inexist\u00eancia que est\u00e1 no princ\u00edpio do sintoma.\u201d<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. <strong>Da necessidade \u00e0 inexist\u00eancia.<\/strong> In: <em>O Semin\u00e1rio, livro 19: \u2026ou pior<\/em>.(1971-1972) Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2012, p. 49.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 sempre, portanto, na rela\u00e7\u00e3o do eu do sujeito com o [eu] de seu discurso que voc\u00eas precisam compreender o sentido do discurso, para desalienar o sujeito\u201d.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. <strong>Fun\u00e7\u00e3o e campo da fala e da linguagem em psican\u00e1lise <\/strong>(1953). In: <em>Escritos.<\/em>\u00a0 Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998, p. 305.<\/p>\n<p>\u201cA an\u00e1lise transforma-se na rela\u00e7\u00e3o de dois corpos entre os quais se estabelece uma comunica\u00e7\u00e3o fantas\u00edstica, onde o analista ensina o sujeito a se apreender como objeto; a subjetividade s\u00f3 \u00e9 admitida no par\u00eantese da ilus\u00e3o, e a fala \u00e9 exclu\u00edda de uma investiga\u00e7\u00e3o da viv\u00eancia que se torna a meta suprema, mas o resultado dialeticamente necess\u00e1rio disso aparece no fato de que, sendo a subjetividade do psicanalista livre de qualquer freio, livra o sujeito a todas as intima\u00e7\u00f5es de sua fala\u201d.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. <strong>Fun\u00e7\u00e3o e campo da fala e da linguagem em psican\u00e1lise<\/strong> (1953). In: <em>Escritos.<\/em>\u00a0 Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998, p. 306.<\/p>\n<p>&#8220;Da\u00ed resulta, no conjunto, alguma coisa, curios\u00edssima, em suma. Temos ali a histeria &#8211; acho que v\u00e3o ficar impressionados, mas, no final, a opini\u00e3o de voc\u00eas talvez seja outra &#8211; que eu poderia dizer incompleta. Quero dizer que, com a histeria, \u00e9 sempre dois, pelo menos desde Freud. Ela aparece ali reduzida a um estado que eu poderia chamar de material [&#8230;].&#8221;<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. <strong>De uma fal\u00e1cia que testemunha do Real. <\/strong>In: <em>O Semin\u00e1rio, livro 23: o sinthoma <\/em>(1975-76). Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller. Rio de Janeiro: Zahar, 2007, p\u00e1g. 102.<\/p>\n<p>&#8220;[&#8230;] A psican\u00e1lise, ao ser bem-sucedida, prova que podemos prescindir do Nome-do-Pai. Podemos sobretudo prescindir com a condi\u00e7\u00e3o de nos servirmos dele.<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. <strong>Do Inconsciente ao Real.<\/strong> In: <em>O Semin\u00e1rio, livro 23: o sinthoma <\/em>(1975-76). Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller. Rio de Janeiro: Zahar, 2007, p\u00e1g. 132.<\/p>\n<p>&#8220;[&#8230;] Toda realidade ps\u00edquica, isto \u00e9, o sintoma, depende, em \u00faltima inst\u00e2ncia, de uma estrutura onde o Nome-Do-Pai \u00e9 um elemento incondicionado.&#8221;<\/p>\n<p>LACAN, Jacques. <strong>Confer\u00eancia dada no dia 16 de junho de 1975, no grande anfiteatro de Sorbone, na abertura do V Simp\u00f3sio Internacional James Joyce.<\/strong> In: <em>O Semin\u00e1rio, livro 23: o sinthoma <\/em>(1975-76). Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller. Rio de Janeiro: Zahar, 2007, p\u00e1g. 163.<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>MILLER<\/strong><\/p>\n<p>\u201cA fantasia aparece como uma medita\u00e7\u00e3o entre essas duas ordens, enquanto o sintoma inscreve uma rela\u00e7\u00e3o muito mais direta entre o significante e o gozo. Lacan sup\u00f5e que n\u00e3o se pode sequer definir o significante sem o gozo, e que n\u00e3o se pode tampouco definir o gozo sem significante, e esta \u00e9 a nova defini\u00e7\u00e3o do significante lacaniano: que o significante, como tal, se refere ao corpo, e essa refer\u00eancia se faz sob modalidade do sintoma.\u201d<\/p>\n<p>MILLER, Jacques-Alain. <strong>O osso de uma an\u00e1lise + O inconsciente e o corpo falante.<\/strong> 1\u00aaedi\u00e7\u00e3o, Rio de Janeiro: Zahar, 2015, p. 85.<\/p>\n<p>\u201c(&#8230;) o sintoma, n\u00e3o o fazemos cair, diferentemente das identifica\u00e7\u00f5es; que o sintoma n\u00e3o se atravessa diferentemente da fantasia; quer dizer que o sintoma, temos que viver com ele, que devemos, como se diz em franc\u00eas, faire avec, quer dizer, que devemos haver-nos com ele(&#8230;)\u201d<\/p>\n<p>MILLER, Jacques-Alain. <strong>O osso de uma an\u00e1lise + O inconsciente e o corpo falante.<\/strong> 1a edi\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro: Zahar, 2015, p. 90.<\/p>\n<p>\u201c(&#8230;) Nada de libera\u00e7\u00e3o do sinthoma, trata-se apenas, diz ele, de saber a raz\u00e3o de estar atrapalhado com ele(&#8230;)\u201d<\/p>\n<p>MILLER, Jacques-Alain. <strong>A Estrutura C\u00f4isica.<\/strong> In: <em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana, revista Brasileira Internacional de Psican\u00e1lise, <\/em>n\u00ba 50 ed. especial, 2007, p. 25.<\/p>\n<p>\u201c(&#8230;) E deve ser entendido o mais simplesmente poss\u00edvel: aprendemos a falar, diz Lacan, isso deixa marcas, tem consequ\u00eancia. Ali\u00e1s, \u00e9 a essas consequ\u00eancias que chamamos sinthoma.<\/p>\n<p>MILLER, Jacques-Alain. <strong>A Estrutura C\u00f4isica.<\/strong> In: <em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana, revista Brasileira Internacional de Psican\u00e1lise<\/em>, n\u00ba 50 ed. especial, 2007, p. 28<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>AUTORES DO CAMPO FREUDIANO<\/strong><\/p>\n<p>\u201c(&#8230;) Quando a interpreta\u00e7\u00e3o n\u00e3o opera mais, \u00e9 quando estamos no inconsciente real. \u00c9 preciso, para isso, ter esvaziado o inconsciente transferencial de sua verdade mentirosa, bem como das interpreta\u00e7\u00f5es que cristalizaram os significantes-mestres (&#8230;).\u201d<\/p>\n<p>BONNAUD, H\u00e9l\u00e8ne. <strong>A interpreta\u00e7\u00e3o de sentido e a interpreta\u00e7\u00e3o fora-de-sentido<\/strong>, p.4, Dispon\u00edvel em:<a href=\"https:\/\/pt.scribd.com\/document\/529205909\/A-interpretacao-de-sentido-e-a-interpretacao-fora-de-sentido-Helene-Bonnaud-lacanempdf\"> A Interpreta\u00e7\u00e3o de Sentido e A Interpreta\u00e7\u00e3o Fora-De-Sentido &#8211; H\u00e9l\u00e8ne Bonnaud (Lacanempdf) | PDF | Jacques Lacan | Mente inconsciente (scribd.com)<\/a><\/p>\n<p>\u201cA \u00fanica identidade que se sustenta, que tem consist\u00eancia, \u00e9 aquela que J.-A. Miller prop\u00f5e chamar de identidade sintomal, que n\u00e3o \u00e9 do sujeito, mas sim do Um-sozinho, do corpo do qual n\u00e3o podemos escapar, de seus furos, que a conting\u00eancia dos significantes colocou em funcionamento nas experi\u00eancias singulares de cada um, experi\u00eancias \u201ctriviais e sem igual\u201d.\u201d<\/p>\n<p>BROUSSE, Marie-H\u00e9l\u00e8ne. <strong>As identidades, uma pol\u00edtica, a identifica\u00e7\u00e3o, um processo, e a identidade, um sintoma<\/strong>. In: <em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana online nova s\u00e9rie<\/em>, Ano 9, N\u00fameros 25 e 26, Mar\u00e7o\/Julho 2018. Dispon\u00edvel:<a href=\"http:\/\/www.opcaolacaniana.com.br\/pdf\/numero_25\/As_Identidades_uma_politica_a_identificacao.pdf\">http:\/\/www.opcaolacaniana.com.br\/pdf\/numero_25\/As_Identidades_uma_politica_a_identificacao.pdf<\/a><\/p>\n<p>&#8220;Resta uma terceira via de investiga\u00e7\u00e3o, ainda pouco aprofundada clinicamente. Qual seria a homossexualidade feminina que se situaria na esteira operada pela defini\u00e7\u00e3o do feminino que encontramos no Semin\u00e1rio Mais, ainda, de Lacan? [&#8230;] De qual \u201cn\u00e3o-todo\u201d a homossexualidade feminina seria, por sua vez, o revelador?&#8221;<\/p>\n<p>BROUSSE, Marie-H\u00e9l\u00e8ne. <strong>A homossexualidade feminina no plural ou Quando as hist\u00e9ricas prescindem de seus homens testas de ferro.<\/strong> In: <em>Mulheres e Discursos<\/em>. Cole\u00e7\u00e3o Op\u00e7\u00e3o Lacaniana, n. 15, 2019, p. 52.<\/p>\n<p>&#8220;Seguindo a tend\u00eancia contempor\u00e2nea ao relativismo, hoje tudo seria poss\u00edvel entre o masculino e o feminino. Seria necess\u00e1rio n\u00e3o fixar nada na educa\u00e7\u00e3o dos meninos. Chegamos aos tempos do que se chama o g\u00eanero flu\u00eddo, assim como existe o amor l\u00edquido?&#8221;<\/p>\n<p>ANSERMET, Fran\u00e7ois. <strong>Eleger o pr\u00f3prio sexo: usos contempor\u00e2neos da diferen\u00e7a sexual.<\/strong> In: <em>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana online nova s\u00e9rie<\/em>, Ano 9, N\u00fameros 25 e 26, Mar\u00e7o\/Julho 2018. Dispon\u00edvel em: <a href=\"http:\/\/www.opcaolacaniana.com.br\/pdf\/numero_25\/Eleger_o_proprio_sexo.pdf\">http:\/\/www.opcaolacaniana.com.br\/pdf\/numero_25\/Eleger_o_proprio_sexo.pdf<\/a><\/p>\n\t\n<\/div>[\/vc_column][\/vc_row]\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":5660319,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-5660331","page","type-page","status-publish","hentry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2022\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5660331","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2022\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2022\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2022\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2022\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5660331"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2022\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5660331\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5660337,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2022\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5660331\/revisions\/5660337"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2022\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5660319"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2022\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5660331"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}