{"id":5660212,"date":"2022-07-09T06:46:53","date_gmt":"2022-07-09T09:46:53","guid":{"rendered":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2022\/?page_id=5660212"},"modified":"2022-09-14T07:53:18","modified_gmt":"2022-09-14T10:53:18","slug":"referencias-eixo-1-a-familia-holofrase-a-crise-como-seu-fundamento-primeira-entrega","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2022\/bibliografia\/referencias-eixo-1-a-familia-holofrase-a-crise-como-seu-fundamento-primeira-entrega\/","title":{"rendered":"Refer\u00eancias Eixo 1: A \u201cfam\u00edlia hol\u00f3frase\u201d: a crise como seu fundamento &#8211; primeira entrega"},"content":{"rendered":"[vc_row][vc_column]<div class=\"norebro-text-sc \" \n\tid=\"norebro-custom-69daf879b811c\" \n\t \n\t>\n\n\t<h3><strong>Refer\u00eancias Eixo 1: A \u201cfam\u00edlia hol\u00f3frase\u201d: a crise como seu fundamento &#8211; primeira entrega<\/strong><\/h3>\n<h5><strong>Colaboradores: Edgley Duarte e Erick Leonardo<\/strong><\/h5>\n<p><strong>LACAN<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>\u201cO que \u00e9 um pai? Essa pergunta \u00e9 uma maneira de abordar o problema do significante pai, mas n\u00e3o nos esque\u00e7amos de que tamb\u00e9m est\u00e1 em jogo que sujeitos, afinal de contas, se tornam pais. Formular a quest\u00e3o <em>o que \u00e9 um pai<\/em>? \u00e9 algo diverso de ser-se um pai. aceder \u00e0 posi\u00e7\u00e3o paterna. Vamos examinar isso de perto.Se \u00e9 fato que para cada homem, o acesso \u00e0 posi\u00e7\u00e3o paterna \u00e9 uma busca, n\u00e3o \u00e9 impens\u00e1vel dizer que, finalmente, ningu\u00e9m jamais o foi por completo.\u201d (p.209)<br \/>\n<strong>Lacan J.<\/strong> (1956-1957) O semin\u00e1rio, livro 4: A rela\u00e7\u00e3o de objeto. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1995.<\/li>\n<li>\u201cA ess\u00eancia e a fun\u00e7\u00e3o do pai como Nome, como piv\u00f4 do discurso, est\u00e3o precisamente no seguinte ponto: afinal de contas, jamais se pode saber quem \u00e9 o pai. Pode ir procurar, \u00e9 uma quest\u00e3o de f\u00e9 (\u2026) Ali\u00e1s, \u00e9 certo que a introdu\u00e7\u00e3o da pesquisa biol\u00f3gica da paternidade n\u00e3o pode deixar de ter incid\u00eancia sobre a fun\u00e7\u00e3o do Nome-do-Pai.\u201d (p. 149-150)<br \/>\n<strong>Lacan J.<\/strong> (1968-1969) O semin\u00e1rio, livro 16: De um Outro ao outro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008.<\/li>\n<li>\u201cO pai morto \u00e9 aquele que tem o gozo sob sua guarda, \u00e9 de onde partiu a interdi\u00e7\u00e3o do gozo, de onde ela procedeu. (p. 116).\u201d<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Lacan, J.<\/strong> (1969-1970). O Semin\u00e1rio, Livro 17: O avesso da psicanalise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1992.<\/p>\n<ul>\n<li>\u201cA prop\u00f3sito do pai, as pessoas se julgam obrigadas a come\u00e7ar pela inf\u00e2ncia, pelas identifica\u00e7\u00f5es, e isso \u00e9 ent\u00e3o algo que verdadeiramente pode chegar a uma extraordin\u00e1ria farfalhada, a uma estranha contradi\u00e7\u00e3o.\u201d<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Lacan, J.<\/strong> (1969-1970). O Semin\u00e1rio, Livro 17: O avesso da psicanalise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1992<\/p>\n<ul>\n<li>\u201cUm pai s\u00f3 tem com o mestre &#8211; falo do mestre tal como o conhecemos, tal como funciona &#8211; a mais long\u00ednqua das rela\u00e7\u00f5es porque, em suma, ao menos na sociedade com que Freud lida, \u00e9 ele quem trabalha para todo mundo. (p.94)\u201d<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Lacan, J.<\/strong> (1969-1970). O Semin\u00e1rio, Livro 17: O avesso da psicanalise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1992<\/p>\n<ul>\n<li>\u201cA saber, a id\u00e9ia de um pai todo-amor. E \u00e9 justamente isto que designa a primeira forma da identifica\u00e7\u00e3o das tr\u00eas que ele isola no artigo que eu evocava agora mesmo &#8211; o pai \u00e9 amor, o primeiro a se amar neste mundo \u00e9 o pai. Estranha sobreviv\u00eancia. Freud acredita que isso ir\u00e1 evaporar a religi\u00e3o, ao passo que na verdade \u00e9 a pr\u00f3pria subst\u00e2ncia desta que ele conserva com esse mito, bizarramente composto, do pai.\u201d (p.94)<br \/>\n<strong>Lacan, J.<\/strong> (1969-1970). O Semin\u00e1rio, Livro 17: O avesso da psicanalise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1992<\/li>\n<li>\u201cDigo que \u00e9 preciso supor tetr\u00e1dico o que faz o la\u00e7o borromeano \u00ad pervers\u00e3o quer dizer apenas vers\u00e3o em dire\u00e7\u00e3o ao pai -, em suma, o pai \u00e9 um sintoma, ou um sinthoma, se quiserem.\u201d (p.21)<br \/>\n<strong>Lacan, J.<\/strong> (1975-1976). O Semin\u00e1rio, Livro 23: O sinthoma. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007.<\/li>\n<\/ul>\n<p>\u201cA imagina\u00e7\u00e3o de ser o redentor, pelo menos na nossa tradi\u00e7\u00e3o, \u00e9 o prot\u00f3tipo da pai-vers\u00e3i. Na medida em que h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o de filho com pai, surge essa id\u00e9ia tresloucada do redentor, e isso h\u00e1 muito tempo. O sadismo \u00e9 para o pai, o masoquismo \u00e9 para o filho. Freud, de todo modo, tentou se desprender desse sadomasoquismo. Esse \u00e9 o \u00fanico ponto onde h\u00e1 uma rela\u00e7\u00e3o suposta entre o sadismo e o masoquismo.\u201d (p.82)<br \/>\n<strong>Lacan, J.<\/strong> (1975-1976). O Semin\u00e1rio, Livro 23: O sinthoma. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2007.<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>MILLER<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>\u201c\u00c9 preciso ver que o fato de dizer fantasia de castra\u00e7\u00e3o evoca imediatamente para ele a domin\u00e2ncia da m\u00e3e. Nessa castra\u00e7\u00e3o, a m\u00e3e \u00e9 o fator desencadeante, a ponto de dizer que n\u00e3o \u00e9 a irrup\u00e7\u00e3o do desejo genital que motiva o \u00c9dipo, mas, a reatualiza\u00e7\u00e3o da imago materna primitiva pela ang\u00fastia que pode suscitar.\u201d (p.13)<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Jacques-Alain Miller<\/strong>, Leitura cr\u00edtica dos \u201cComplexos familiares\u201d, Op\u00e7\u00e3o Lacaniana OnLine.<\/p>\n<ul>\n<li>\u201cPor todo esse texto, Lacan exalta o papel paterno, de modo que, na ocasi\u00e3o, ele est\u00e1 prestes a atribuir ao desaparecimento do personagem paterno na hist\u00f3ria de um sujeito os pr\u00f3prios limites de sua forma de objetiva\u00e7\u00e3o do mundo.\u201d (p.15)<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Jacques-Alain Miller<\/strong>, Leitura cr\u00edtica dos \u201cComplexos familiares\u201d, Op\u00e7\u00e3o Lacaniana OnLine.<\/p>\n<ul>\n<li>\u201cA met\u00e1fora paterna remete, a meu ver, a uma divis\u00e3o do desejo a qual imp\u00f5e, nessa ordem do desejo, que o objeto crian\u00e7a n\u00e3o seja tudo para o sujeito materno. Quer dizer que h\u00e1 uma condi\u00e7\u00e3o de n\u00e3o-todo, que o objeto crian\u00e7a n\u00e3o deve ser tudo para o sujeito materno, mas que o desejo da m\u00e3e deve se dirigir para um homem e ser atra\u00eddo por ele. Portanto isso exige que o pai seja, tamb\u00e9m, um homem.\u201d<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Jacques-Alain Miller<\/strong>, A crian\u00e7a entre a mulher e a m\u00e3e, Op\u00e7\u00e3o Lacaniana OnLine. novembro 2014, p.3.<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>AUTORES DO CAMPO FREUDIANO<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>\u201cO pai do psic\u00f3tico \u00e9, ent\u00e3o, reduzido ao objeto-p\u00eanis. \u00c9 isso que o psic\u00f3tico incorporou e do que deve se livrar. No m\u00e1ximo, ele .afeta o Outro sob a forma de um objeto a n\u00e3o ca\u00eddo, excluindo o desejo, mas recaindo sob esta lei implac\u00e1vel do Outro n\u00e3o barrado, n\u00e3o descompletado e dispensador do supereu.\u201d (p.49)<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong> Rosine Lefort<\/strong>. A crian\u00e7a sem o saber. In: MILLER, Judith (org); A crian\u00e7a no discurso anal\u00edtico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1991<\/p>\n<ul>\n<li>\u201cFoi necess\u00e1rio a Lacan desarticular previamente o eixo imagin\u00e1rio do lugar do Outro para faz\u00ea-lo emergir, o Outro, e num outro tempo demarcar por seu discurso o lugar de a, o qual, repito, \u00e9 um lugar sem nome . A crian\u00e7a, se n\u00e3o nomeia o Outro, encontra ocasionalmente sua estranheza, para al\u00e9m das suas figuras parentais, pois estas n\u00e3o cont\u00eam o Outro. Inclusive, \u00e9 essa a censura essencial que o analisando, no s\u00f3-depois, consegue formular a seu respeito. Daquele que \u00e9 suposto guiar a crian\u00e7a na sua rela\u00e7\u00e3o ao Outro, seu pai, uma an\u00e1lise poder\u00e1 permitir-lhe medir os limites.\u201d (p.140)<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Guy Clastres, <\/strong>A crian\u00e7a no adulto. In: MILLER, Judith (org); A crian\u00e7a no discurso anal\u00edtico.\u00a0\u00a0 Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1991.<\/p>\n<ul>\n<li>\u201cLembrarei aqui que, numa li\u00e7\u00e3o do Semin\u00e1rio consagrado \u00e0 \u00e9tica, Lacan situava o momento do final de um tratamento quando o sujeito conseguira situar seu pai pelo que este realmente era: um pobre sujeito, um imbecil, at\u00e9 mesmo um ladr\u00e3o. Com efeito, ao pai pode-se dar atributos c\u00f4micos ou tr\u00e1gicos, mas ele \u00e9, enfim, qualific\u00e1vel. N\u00e3o o Nome-do-Pai. O Nome-do-Pai \u00e9 aquilo que regula a rela\u00e7\u00e3o entre o sujeito e a estrutura, pois n\u00e3o se pode dizer dele que seja um canalha, por exemplo. Pode-se deduzir que ele funcionou ou n\u00e3o.\u201d (p.140).<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong> Guy Clastres, <\/strong>A crian\u00e7a no adulto. In: MILLER, Judith (org); A crian\u00e7a no discurso \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 anal\u00edtico.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1991<\/p>\n<ul>\n<li>Si Lacan avait proph\u00e9tis\u00e9 la substitution du nommer \u00e0 \u2013 \u00eatre nomm\u00e9 \u00e0 quelque chose \u2013, au Nom-du-P\u00e8re organisant la structure familiale traditionnelle, on constate aujourd\u2019hui que cette proph\u00e9tie s\u2019est accomplie. \u00catre m\u00e8re n\u2019est plus l\u2019apanage du sexe f\u00e9minin, chacun pouvant s\u2019auto-nommer \u00e0 cette fonction. Dans cette perspective, l\u2019enfant d\u00e9tach\u00e9 du corps de la m\u00e8re devient un objet que chacun peut exiger, revendiquer\u2026 On y a droit!!<br \/>\n<strong>Patricia B.-Caroz<\/strong>, Holophrases contemporaines: \u00catre m\u00e8re, et vouloir un enfant. Dispon\u00edvel em:https:\/\/www.pipol10.eu\/2021\/06\/28\/holophrases-contemporaines-etre-mere-et-vouloir-un-enfant- patricia-b-caroz\/<\/li>\n<li>L\u00e0 aussi le psychanalyste est attendu, non pour prof\u00e9rer un jugement au nom d\u2019un pr\u00e9tendu Bien collectif, mais pour accompagner chacun dans la reconfiguration du lien parental qu\u2019il a aujourd\u2019hui \u00e0 sa charge sans le secours d\u2019aucun discours \u00e9tabli. D\u00e8s lors, il aura dans son action quotidienne, gr\u00e2ce \u00e0 l\u2019op\u00e9ration du transfert, \u00e0 permettre \u00e0 la jouissance de condescendre au d\u00e9sir\u2026..<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Patricia B.-Caroz<\/strong>, Holophrases contemporaines: \u00catre m\u00e8re, et vouloir un enfant. <a href=\"https:\/\/www.pipol10.eu\/2021\/06\/28\/holophrases-contemporaines-etre-mere-et-vouloir-un-\">https:\/\/www.pipol10.eu\/2021\/06\/28\/holophrases-contemporaines-etre-mere-et-vouloir-un-<\/a>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 enfant-\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 patricia-b-caroz\/<\/p>\n<ul>\n<li>Dans cette configuration, si nous tra\u00e7ons deux cercles qui se recouvrent en partie, et si nous inscrivons dans l\u2019un des cercles les deux signifiants de \u00ab p\u00e8re \u00bb et \u00ab m\u00e8re \u00bb, et dans l\u2019autre celui de \u00ab enfant \u00bb, alors nous pouvons \u00e9crire dans leur intersection, avec le signifiant de \u00ab d\u00e9sir \u00bb les deux noms de manque et de nomination. Mais la famille est d\u00e9sormais plong\u00e9e dans le bain de notre civilisation o\u00f9 les objets issus de la technologie, les objets plus-de-jouir, ont pris autorit\u00e9 et font la loi \u00e0 toutes les formes de l\u2019id\u00e9al. La jouissance y est premi\u00e8re.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong> Daniel Roy<\/strong>, Parents exasp\u00e9r\u00e9s \u2013 enfants terribles. Texto de orienta\u00e7\u00e3o para a 7a Journ\u00e9e de \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 l\u2019Institut \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 psychanalytique de l\u2019Enfant. <a href=\"https:\/\/institut-enfant.fr\/wp-\">https:\/\/institut-enfant.fr\/wp-<\/a>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 content\/uploads\/2021\/01\/PARENTS_EXASPERES.pdf<\/p>\n<ul>\n<li>\u201co pai \u00e9 aquele que permite apreender a rotina que faz coincidir o significante e o significado. Por isso, \u00e9 melhor que uma crian\u00e7a tenha acesso a um homem que lhe permita calcular, sob sua presen\u00e7a, a fun\u00e7\u00e3o essencial para todo o ser humano que \u00e9 a inven\u00e7\u00e3o, uma vez que o pai \u00e9 a inven\u00e7\u00e3o do sujeito\u201d (p. 54).<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Phillippe Lacad\u00e9e.<\/strong> \u201cO uso do Nome-do-Pai: a ferramenta do pai e a pr\u00e1tica\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 anal\u00edtica\u201d. In: \u00a0\u00a0\u00a0 Inven\u00e7\u00f5es Paternas. Revista Curinga.\u00a0 vol. 23, 2006.<\/p>\n<ul>\n<li>\u201cLa hip\u00f3tesis de \u2018natural\u2019 no es la del psicoan\u00e1lisis. Constatamos que la \u2018ideolog\u00eda ed\u00edpica\u2019 no alcanza. El punto de vista del psicoan\u00e1lisis no es restaurar sino de constatar el hecho de que el ni\u00f1o contempor\u00e2neo revela lo que es la estrutura para todos. El sujeto tiene la carga de construir su familia, en el sentido de que instaura la distribuci\u00f3n de los nombres de padre y de madre. A partir de entonces esta carga no es aliviada ni por la ficci\u00f3n jur\u00eddica ni por el aporte de la sociolog\u00eda\u201d (p. 52).<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Laurent, Eric.<\/strong> El ni\u00f1o y su familia. 1\u00aa ed. Ciudad Aut\u00f3noma de Buenos Aires: Colecci\u00f3n Diva, 2018.<\/p>\n<ul>\n<li>\u201cEl ni\u00f1o es entonces el objeto <em>a<\/em>, va al lugar de un objeto <em>a<\/em>, y a partir de all\u00ed se estrutura la familia. La misma no se constituye m\u00e1s a partir de la met\u00e1fora paterna, que era la cara cl\u00e1sica del complejo de Edipo, sino enteramente en la manera en que el ni\u00f1o es el objeto de goce de la familia, no solamente de la madre, sino de la familia y m\u00e1s all\u00e1, de la civilizaci\u00f3n. El ni\u00f1o \u2018es objeto <em>a <\/em>liberado, producido\u2019\u201d (p. 71).<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Laurent, Eric.<\/strong> El ni\u00f1o y su familia. 1\u00aa ed. Ciudad Aut\u00f3noma de Buenos Aires: Colecci\u00f3n Diva, 2018.<\/p>\n<ul>\n<li>\u201cLa familia moderna es uma holofrase [&#8230;]. Lacan habl\u00f3 de holofrase a proposito de la psicosis para hacer valer la funci\u00f3n de Uno \u2018solo\u2019. La holofrase tiene otras virtudes, aquella de hacernos percibir que es la condensaci\u00f3n de funciones complejas em un solo elemento que puede tener aspecto simple. La familia moderna es contracci\u00f3n\u201d (p. 187).<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Laurent, Eric<\/strong>. Hay um fin de an\u00e1lisis para los ni\u00f1os. 2\u00aa ed. Buenos Aires: Colecci\u00f3n Diva, 2003.<\/p>\n<ul>\n<li>\u201cNo existe un ni\u00f1o sin instituci\u00f3n, incluso si est\u00e1 abandonado, est\u00e1 la instituici\u00f3n de la calle que lo recibe. No existe un ni\u00f1o totalmente solo. El ni\u00f1o va con una instituici\u00f3n, es la familia o es lo que viene ocupar ese lugar: la banda, la ley, la jungla si es que hace falta\u201d (pp. 189.190).<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Laurent, Eric<\/strong>. Hay um fin de an\u00e1lisis para los ni\u00f1os. 2\u00aa ed. Buenos Aires: Colecci\u00f3n Diva, 2003.<\/p>\n<ul>\n<li>[&#8230;] \u201cem consequ\u00eancia, logram afirmar que o pai \u00e9 esse pai gozador, violador, e n\u00e3o, o lugar <strong>vazio <\/strong>(grifo nosso) cuja fun\u00e7\u00e3o \u00e9 de regular e limitar o gozo dos homens: essa vers\u00e3o n\u00e3o aparece\u201d.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Soria, Nieves<\/strong>. <em>La sexuaci\u00f3n en cuesti\u00f3n<\/em>. Buenos Aires: Del Bucle, 2020.<\/p>\n\t\n<\/div>[\/vc_column][\/vc_row]\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":5660319,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-5660212","page","type-page","status-publish","hentry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2022\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5660212","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2022\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2022\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2022\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2022\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5660212"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2022\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5660212\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5660332,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2022\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5660212\/revisions\/5660332"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2022\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/5660319"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/nordeste\/jornadas\/2022\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5660212"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}