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A psicose ordinária na clínica com crianças e adolescentes II: o imaginário e o falo nas desordens do sentimento de vida.

Responsável: Ana Lydia Santiago

O interesse é focalizar os índices forclusivos discretos que permitem esclarecer em quê os usos clínicos da psicose ordinária se aplicam à clínica com criança e adolescentes. Se faz necessário recuperar em “De uma questão preliminar”, a elaboração de Lacan sobre a desordem na junção íntima do sentimento de vida, que tem lugar nas variedade clínicas concernentes à regressão tópica ao estágio do espelho e à elisão do falo. É possível falar, nos casos de psicose ordinária, de um novo imaginário ou de um novo falo? Por meio desses questionamentos, visa-se mostrar em que essa contribuição fornece elementos para a prática clínica com crianças. Miller, após a proposição inédita da psicose ordinária, faz o mesmo que fez com o passe, esboçado por Lacan. Aposta em seu uso, incentiva os analistas da Escola a experimentar sua aplicação e a retirar o máximo de consequências clínicas possíveis. Cabe, portanto, a cada um contribuir: para o passe, com a própria experiência; para a psicose ordinária, com a prática clínica decidida.

Datas:

  • Agosto – 31
  • Setembro – 28
  • Outubro – 26
  • Novembro – 30

Horário: 20:30

Local: EBP-MG Online / Zoom.