{"id":2837,"date":"2023-04-24T05:57:38","date_gmt":"2023-04-24T08:57:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ebp.org.br\/ba\/?p=2837"},"modified":"2023-04-24T05:57:38","modified_gmt":"2023-04-24T08:57:38","slug":"agente-20","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ebp.org.br\/ba\/agente-20\/","title":{"rendered":"Agente 20"},"content":{"rendered":"<div class=\"capa-filmes\">\n<div class=\"texts-filmes\">\n<h3 class=\"n-mb\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-2838 size-medium alignnone\" src=\"https:\/\/www.ebp.org.br\/ba\/wp-content\/uploads\/2023\/04\/Capa_agente20-DEF-01-218x300.jpg\" alt=\"\" width=\"218\" height=\"300\" \/><\/h3>\n<h3 class=\"n-mb\">AUTOR<\/h3>\n<p>V\u00e1rios<\/p>\n<h3 class=\"n-mb\">N\u00daMERO \/ EDI\u00c7\u00c3O<\/h3>\n<p>20<\/p>\n<h3 class=\"n-mb\">ANO<\/h3>\n<p>2023<\/p>\n<h3 class=\"n-mb\">ISSN<\/h3>\n<p>2318-6054<\/p>\n<h3><span style=\"color: #993300;\"><strong>SUM\u00c1RIO:<\/strong><\/span><\/h3>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><strong><span style=\"color: #993300;\">EDITORIAL<\/span><\/strong><br \/>\n<em>Marcela Antelo<\/em><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #993300;\">DISCURSOS<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong>O discurso capitalista e o imposs\u00edvel<\/strong><br \/>\n<em>Fabi\u00e1n Fajnwaks<\/em><\/p>\n<p><strong>Histeria, desejo e gozo<\/strong><br \/>\n<em>Florencia F. C. Shanahan<\/em><\/p>\n<p><strong>O saber em fracasso e o fracasso do saber<\/strong><br \/>\n<em>Helenice de Castro<\/em><\/p>\n<p><strong>\u201cO que \u00e9 que, ao dizer, isso quer?\u201d<\/strong><br \/>\n<em>T\u00e2nia Abreu<\/em><\/p>\n<p><strong>O acontecimento do dizer<\/strong><br \/>\n<em>Marcus Andr\u00e9 Vieira<\/em><\/p>\n<p><strong>Trans\u2026 discursos<\/strong><br \/>\n<em>Fl\u00e1via C\u00eara<\/em><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #993300;\">Amor<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong>A eros\u00e3o de Eros<\/strong><br \/>\n<em>Marcela Antelo<\/em><\/p>\n<p><strong>Ditos de Abertura<\/strong><br \/>\n<em>M\u00f4nica Hage<\/em><\/p>\n<p><strong>Maus tempos para o amor<\/strong><br \/>\n<em>Rosa L\u00f3pez<\/em><\/p>\n<p><strong>De mulheres e homens<\/strong><br \/>\n<em>Rosa L\u00f3pez<\/em><\/p>\n<p><strong>A eros\u00e3o de Eros: vig\u00eancia do amor<\/strong><br \/>\n<em>Silvia Elena Tendlarz<\/em><\/p>\n<p><strong>Ventila\u00e7\u00e3o anal\u00edtica e o n\u00e3o-todo<\/strong><br \/>\n<em>Gabriel Racki<\/em><\/p>\n<p><strong>Nur Du, quando Pina Bausch dan\u00e7a o amor<\/strong><br \/>\n<em>Daphn\u00e9 Leimann<\/em><\/p>\n<p><strong>S\u00f3, na tua zona de ternura<\/strong><br \/>\n<em>Caroline Leduc<\/em><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #993300;\">Refer\u00eancias no semin\u00e1rio XX<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0A periquita n\u00e3o toda cartesiana<\/strong><br \/>\n<em>Jamile Cesar<\/em><\/p>\n<p><strong>Resson\u00e2ncias do Lekton em Lacan: uma nota sobre a heran\u00e7a estoica na psican\u00e1lise de orienta\u00e7\u00e3o lacaniana a partir do Semin\u00e1rio 20<\/strong><br \/>\n<em>Milena Nadier<\/em><\/p>\n<p><strong>Observa\u00e7\u00f5es sobre Cr\u00e1tilo, de Plat\u00e3o<\/strong><br \/>\n<em>Jo\u00e3o Klaus L. S. Seydel<\/em><\/p>\n<p><strong>Breve coment\u00e1rio sobre a \u00e9tica em Arist\u00f3teles e Lacan<\/strong><br \/>\n<em>Julia Solano<\/em><\/p>\n<p><strong>Gian Lorenzo Bernini<\/strong><br \/>\n<em>K\u00e9sia Ramos<\/em><\/p>\n<p><strong>Le dimanche de la vie, mon cul<\/strong><br \/>\n<em>Nelson Matheus Silva<\/em><\/p>\n<p><strong>Por que Koyr\u00e9?<\/strong><br \/>\n<em>Alice Munguba<\/em><\/p>\n<p><strong>A Coisa freudiana<\/strong><br \/>\n<em>Marcelo Magnelli<\/em><\/p>\n<p><strong>Lacan nas ant\u00edpodas de Parm\u00eanides<\/strong><br \/>\n<em>Giovana Reis Mesquita<\/em><\/p>\n<p><strong>Lacan \u201cfeat\u201d Gregory Bateson<\/strong><br \/>\n<em>Daniela Nunes Araujo<\/em><\/p>\n<p><strong>&#8230; \u00e9 a verossimilhan\u00e7a?<\/strong><br \/>\n<em>D\u00e9bora Gil Pantale\u00e3o<\/em><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #993300;\">Ensaio<\/span><\/strong><\/p>\n<p><strong>Algumas significa\u00e7\u00f5es lacanianas do destino<\/strong><br \/>\n<em>Clotilde Leguil<\/em><\/p>\n<p><span style=\"color: #993300;\"><strong>Psican\u00e1lise e Universidade<\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>Desejo do analista e pr\u00e1tica institucional<\/strong><br \/>\n<em>Regina Fernandes Raposo<\/em><\/p>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o dos Autores<\/strong><\/p>\n<p><strong>Normas de publica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<h3><strong>EDITORIAL<\/strong><\/h3>\n<p><strong><em>Amores e discursos<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Marcela Antelo<\/em><\/p>\n<p>O tema deste n\u00famero da <em>Agente<\/em>, que hoje completa duas d\u00e9cadas de hist\u00f3ria, se teceu praticamente sozinho. Se <em>Discursos<\/em>, em 2021, e <em>Amores<\/em>, em 2022, foram os campos onde semeamos nosso trabalho, essa dupla significante n\u00e3o deixa de revelar uma parceria consistente. N\u00e3o precisamos for\u00e7ar a barra \u2013 \u00e9 a barra que nos for\u00e7a. O tema mexeu com <em>Agente<\/em>, assim como o chocalho mexe com a morena de Angola.<\/p>\n<p>Para nossa capa, escolhemos um <em>cartoon<\/em> americano de 1911, criado por Nedeljkovich, Rashich e Kuharich, que perturba a pir\u00e2mide do poder, a ser invertida, criada pelo Partido Trabalhista belga<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><sup>[1]<\/sup><\/a>, no famoso De Zwaan Caf\u00e9, em Bruxelas, onde Marx escreveu o Manifesto Comunista. A realeza no topo, o clericalismo, o militarismo, o capitalismo e, na base, o povo. \u00c9 curioso que se conjuguem na primeira pessoa: eu reino sobre voc\u00eas, eu rezo por voc\u00eas, eu atiro em voc\u00eas, eu como por voc\u00eas, e o povo que sabe.. eu trabalho por voc\u00eas. O copista e restaurador russo Nicolas Lokhoff, pr\u00f3ximo de Lenin e de ex\u00edlios for\u00e7ados, a alterou levemente desejando a derrubada do colosso. Os americanos de sobrenome russo coroaram a pir\u00e2mide com um saco de dinheiro substituindo os reis.<\/p>\n<p>A contracapa nos maravilhou mais ainda: Leonardo Dudreville foi certeiro e hiper-realista em 1924, com seu <em>Amore: discorso primo<\/em> \u2013 discurso primeiro. A pintura poderia se chamar \u2018O lugar e o la\u00e7o\u2019: o amor conjugal, o amor sabor do pecado, o amor perdido, o amor sagrado, enquadrados em verdadeiras telas abertas precursoras do Zoom.<\/p>\n<p>A XXV Jornada da EBP-Bahia e a XXI do IPB sobre o tema<em> Os discursos, o imposs\u00edvel e o analista hoje<\/em>, ap\u00f3s um ano de trabalho sobre o Semin\u00e1rio 17 de Lacan, tiveram a honra de acolher seis confer\u00eancias \u2013 acontecimentos, podemos dizer hoje. Fl\u00e1via C\u00eara e sua afirma\u00e7\u00e3o dos discursos como objetiva\u00e7\u00f5es dos la\u00e7os; Fabi\u00e1n Fajnwaks e o discurso capitalista como retorno do discurso do mestre; Florencia Shanahan e a modalidade atual do recha\u00e7o do corpo na histeria; Helenice de Castro e a leitura do saber nos Semin\u00e1rios 17 e 20; para finalizar, T\u00e2nia Abreu e Marcus Andr\u00e9 Vieira com o discurso anal\u00edtico e a capacidade de uma fala ser acontecimento. Agradecemos a todos, que nos presentearam, elucidando exaustivamente o Lacan dos discursos, o analista hoje e o imposs\u00edvel de cada dia.<\/p>\n<p>Os <em>Amores <\/em>surgiram do trabalho anual sobre o Semin\u00e1rio 20 de Lacan. Para publicar, escolhemos as primeiras notas que suscitaram o t\u00edtulo da Jornada, <em>Eros\u00e3o de Eros<\/em>, e a seguir as duas confer\u00eancias da convidada da Jornada, Rosa L\u00f3pez: \u201cMaus tempos para o amor\u201d e \u201cMulheres e homens\u201d, inesquec\u00edveis. Dois autores, Gabriel Racki e Silvia Tendlarz, que tamb\u00e9m fizeram parte dos textos de orienta\u00e7\u00e3o, por arejar a quest\u00e3o amorosa durante o \u00faltimo Enapol, est\u00e3o inclu\u00eddos neste n\u00famero. Dois textos s\u00e3o reproduzidos da excelente revista <em>Le diable probablement<\/em>, dedicada ao amor: o de Caroline Leduc, com o amor como lugar de todos os consensos e a batalha do cinismo e a ternura que imperam, e o de Daphn\u00e9 Leimann, que traz Pina Bausch e suas coreografias do imposs\u00edvel no amor.<\/p>\n<p>Dada a riqueza das nossas noites de forma\u00e7\u00e3o permanente trabalhando o Semin\u00e1rio 20, decidimos publicar as interven\u00e7\u00f5es breves que associados do IPB e convidados desenvolveram, tomando algumas das numerosas refer\u00eancias das que Lacan se serviu nesse semin\u00e1rio. Remeto-os ao sum\u00e1rio, instigante.<\/p>\n<p>\u201cAlgumas significa\u00e7\u00f5es lacanianas do destino\u201d, de Clotilde Leguil, para ser lido com l\u00e1pis na m\u00e3o, inaugura a nova rubrica <em>Ensaios<\/em>.<\/p>\n<p>Um trabalho surgido do curso de especializa\u00e7\u00e3o que o IPB conduz h\u00e1 dezenove anos \u00e9 o terceiro da s\u00e9rie que a rubrica <em>Psican\u00e1lise e Universidade <\/em>acolhe.<\/p>\n<p>Algumas palavras sobre a recente Jornada <em>Eros\u00e3o de Eros<\/em>, que teve seu momento presencial, ap\u00f3s muito tempo sem contato: partimos do significante eros\u00e3o e fizemos um la\u00e7o com Eros, dada a gostosa resson\u00e2ncia de eros\u00e3o com Eros, pura paix\u00e3o do som e n\u00e3o do sentido. O significante veio de C\u00e9line Scemama, escritora, que j\u00e1 n\u00e3o est\u00e1 mais entre n\u00f3s. Ela o pescou no cineasta italiano Michelangelo Antonioni. Um significante n\u00e3o significa nada. Aprendemos isso muito cedo, logo que entramos em contato com Lacan. Um sozinho, nada. Depende de outros, depende do que se te\u00e7a. Tecido, rede, cadeia, discurso, hol\u00f3frase, s\u00e3o os diversos pontos \u2013 como no bordado, no croch\u00ea, no macram\u00ea, na tecelagem \u2013 da tessitura significante.<\/p>\n<p>Parece que os italianos e <em>L\u2019<\/em><em>Amore <\/em>se enredaram faz s\u00e9culos. Eles inventaram a palavra amor, de origem latina e DNA hel\u00eanico. Primeiro, ensinaram que o amor se canta e, claro, se fala \u2013 Lacan diz que n\u00e3o falamos de outra coisa. Godard diz que n\u00e3o filmamos outra coisa. Poetas, escritores, repentistas, puxam fios de tecido por todos os lados e os embaralham com todo tipo de coisa: a morte, a guerra, a solid\u00e3o, a desgra\u00e7a, a devasta\u00e7\u00e3o, o desengano, a epifania, o \u00eaxtase, a gl\u00f3ria, a eloqu\u00eancia e o sil\u00eancio, a cegueira e a ilumina\u00e7\u00e3o, a carne, a beleza, o pudor. Tecem e tecem.<\/p>\n<p>N\u00f3s quisemos tecer eros\u00e3o e Eros com a vida material, como a chama Marguerite Duras. Com os ditos e com os fatos, como disse Rosa L\u00f3pez, nas fecundas entrevistas que publicamos no magn\u00edfico <em>Boletim Erosditos<\/em>, com fios e fibras lacanianas. T\u00ednhamos no alforje duas singelas verdades verdadeiras, uma tecida por Freud e outra por Lacan. Freud explica: a vida amorosa sofre degrada\u00e7\u00e3o. Lacan sentencia: isso falha, literalmente: \u201cIsso rateia. \u00c9 algo objetivo\u201d<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><sup>[2]<\/sup><\/a>. Restava-nos tecer a maneira e os modos atuais do falhar.<\/p>\n<p>O poeta Leonard Cohen tamb\u00e9m diz que h\u00e1 uma greta no todo, mas que s\u00f3 assim entra a luz. Uma luz lateral, pois, assim como a morte, o amor \u00e9 refrat\u00e1rio a focos frontais. O fato de a luz entrar n\u00e3o significa que no tema que nos convoca n\u00e3o cessemos de dar n\u00f3 em pingo de \u00e1gua. Curiosamente, o deus Google \u2013 como o chama Miller \u2013 me ensinou que pode se dar n\u00f3 em pingo de \u00e1gua. \u00c9 s\u00f3 pegar um barbante de algod\u00e3o, como Lacan fez, pingar uma gota, aguardar que absorva, e dar um n\u00f3. Cessa de n\u00e3o se escrever, como o amor.<\/p>\n<p>Interessa-nos transmitir aos leitores a eros\u00e3o que a escrita da letra de gozo no corpo provoca. Esse gozo que se evoca como um desgaste no romper de um semblante, como disse Lacan em \u201cLituraterra\u201d<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\"><sup>[3]<\/sup><\/a>, e que no real se apresenta como eros\u00e3o, <em>ravinement<\/em>, sulco. Corpos marcados, erodidos pelo real do amor.<\/p>\n<p>Finalmente, agradecemos a todos os autores, rendeiras e rendeiros, aos que provocaram este trabalho e aos que o d\u00e3o a ler, especialmente a Milena Nadier, Luiz Morando e Bruno Senna, pelo seu zelo editorial.<a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><sup>[1]<\/sup><\/a>\u00a0\u00a0\u00a0 Cf. <em>Pyramide <\/em><em>\u00e0 <\/em><em>renverser<\/em>. Dispon\u00edvel em: https:\/\/3.bp.blogspot.com\/-ub90rETVOSw\/WSBZL3CCuzI\/AAAAAAAAAZw\/y7lNDjTyqiELAdjipgcNlt0wMxChRqM_wCLcB\/s640\/4.jpg<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\"><sup>[2]<\/sup><\/a>\u00a0\u00a0\u00a0 LACAN, J. <em>O semin<\/em><em>\u00e1<\/em><em>rio<\/em>, livro 20: <em>Mais, ainda<\/em>. (1972-1973) Texto estabelecido por Jacques-Alain Miller. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1985. p. 54.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\"><sup>[3]<\/sup><\/a>\u00a0\u00a0\u00a0 LACAN, J. Lituraterra. (1971) In: LACAN, J. <em>Outros escritos.<\/em> Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2003.\u00a0 p. 22.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>AUTOR V\u00e1rios N\u00daMERO \/ EDI\u00c7\u00c3O 20 ANO 2023 ISSN 2318-6054 SUM\u00c1RIO: EDITORIAL Marcela Antelo DISCURSOS O discurso capitalista e o imposs\u00edvel Fabi\u00e1n Fajnwaks Histeria, desejo e gozo Florencia F. C. Shanahan O saber em fracasso e o fracasso do saber Helenice de Castro \u201cO que \u00e9 que, ao dizer, isso quer?\u201d T\u00e2nia Abreu O acontecimento&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"post_series":[],"class_list":["post-2837","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-agente","entry","no-media"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/ba\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2837","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/ba\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/ba\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/ba\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/ba\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2837"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/ba\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2837\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ebp.org.br\/ba\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2837"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/ba\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2837"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/ba\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2837"},{"taxonomy":"post_series","embeddable":true,"href":"https:\/\/ebp.org.br\/ba\/wp-json\/wp\/v2\/post_series?post=2837"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}