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  • Núcleo de Investigação Psicanalítica em Toxicomania e Alcoolismo – NIPTA
    20:30 -22:00
    03-07-2018

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

    O NIPTA – Núcleo de Investigação Psicanalítica em Toxicomania e Alcoolismo – foi constituído para acolher interessados em um trabalho de pesquisa orientado pela psicanálise lacaniana, como uma das atividades ligadas ao Instituto do Campo Freudiano que desenvolve o trabalho sobre Toxicomania e Alcoolismo (TyA) há mais de 20 anos.
    A proposta deste Núcleo é vinculada aos temas de estudo da Rede TyA Brasil e mundial, com perspectiva de articular nossas pesquisas a partir de um contexto singular à realidade de nossa região, mantendo-se orientado pelo desenvolvimento teórico e ético que as pesquisas do Campo Freudiano realizam entorno desta questão.
    No primeiro ano de funcionamento o trabalho do NIPTA abordou um tema “Essa droga de família: entre identificações e rupturas” vinculado ao VIII ENAPOL e mantemos, até abril de 2018 uma investigação vinculada ao próximo Congresso da AMP. “Psicose Ordinária: ruptura com a droga e laço sob transferência”. Tomaremos as toxicomanias, em suas rupturas fálicas, como um paradigma das psicoses ordinárias. Assim, daremos sequência às investigações relacionadas aos falasseres nas parcerias com a droga, sem o Outro e em seus vínculos constituídos sob transferência. A partir de Maio de 2018 orientaremos nossas pesquisas entorno do tema do Próximo Encontro Brasileiro do Campo Freudiano. Tomaremos como questão “A ruptura com o gozo fálico na era da queda do falocentrismo, quais consequências na leitura das toxicomanias?”
    As reuniões ocorrerão nas 1as e 3as terças-feiras do mês, às 20:30, na sala 502 da EBP-SC. Tais encontros se alternarão em formato de seminário, entorno de textos teóricos previamente estabelecidos e conversações com base em casos clínicos apresentados por colegas integrantes do Núcleo e por profissionais convidados da rede prestadora de serviço de Saúde, Assistência Social e Segurança da região de Florianópolis.

    Data: 1as e 3as terças-feiras de cada mês, às 20:30 h
    Data de Início: 06/03
    Responsáveis: Leonardo Scofield (leonardo.scofield@gmail.com), Fernanda Turbat (fernandaturbat@gmail.com) e Oscar Reymundo (reymundo@floripa.com.br).


    Cronograma

    MARCO

    06/03- Acolhimento; expectativas; discussão do calendário e da bibliografia; recolhimento de questões e interessados a apresentar um caso.

    20/03- Discussão do texto “Efeito de retorno às Psicoses Ordinárias” – J.-A. Miller


    ABRIL

    03/04- Continuação do Texto de Jesus Santiago- Droga, ruptura fálica e psicose ordinária.

    17/04- Estudo de um caso Clínico (recolhido no grupo, ou sugestão: A marca da ausência de E. Sinatra http://www.pharmakondigital.com/ed003/textos_tematicos/pt/ernesto_sinatra_pt.html) *este texto de Sinatra trata de certo modo a questão da droga como efeito “químico” no corpo, o que já temos discutido um pouco, mas não trabalhado em forma de texto. Pode ser uma oportunidade para isso!

    • Ou a discussão do Relatório com o caso clínico apresentado no Encontro TyA em Barcelona

    MAIO

    01/05- FERIADO

    15/05- MUDANÇA DE SUB-TEMÁTICA DE ESTUDOS- voltada ao Encontro Brasileiro:

    “A queda do falocentrismo e suas consequências para a psicanálise”.

    Sugestão: texto Para uma clínica da “elisão do falo” de César Skaf http://www.pharmakondigital.com/ed003/textos_tematicos/pt/cesar_skaf_pt.html

    *Vai em direção ao tema do Encontro Brasileiro e tem uma referência a Lacan e ao entendimento do gozo fálico e gozo do órgão, diferença essencial para entender a ruptura do casamento com o Wiwimacher.


    JUNHO

    05/06- ESTUDO DE UM CASO CLÍNICO

    19/06- Sugestão de texto Miller, J.-A.: “El partenaire – síntoma” Los cursos psicoanalíticos
    de Jacques – Alain Miller. Paidós. Miller, J.-A.: “El síntoma charlatan”.
    Ed. Paidós, Barcelona, 1998.


    JULHO

    03/07 ESTUDO DE UM CASO CLÍNICO

    Sugestão de textos

    Miller, J.-A.: Miller, J. A. (2000). Teoria do parceiro. In Escola Brasileira de Psicanálise, Os circuitos do desejo na vida e na análise (pp. 153-207). Rio de Janeiro: Contra Capa . Disponível para download em http://lacanempdf.blogspot.com.br/2017/11/a-teoria-do-parceiro-j-miller.html

    *textos que podem nos preparar para o entendimento do caso para inter-seção RJ e também podem ir em direção ao tema do Encontro Brasileiro com a temática do enlace sintomático, incluindo/apesar do falo.


    AGOSTO

    07/08- ESTUDO DE UM CASO CLÍNICO (sugestão inter-seção com TyA RJ)

    21/08- texto 1 preparatório Colóquio e/ou temática do Encontro brasileiro


    SETEMBR0

    04/09- ESTUDO DE UM CASO CLÍNICO

    18/09- texto 2 prep. Colóquio e Encontro


    OUTUBRO

    02/10- ESTUDO DE UM CASO CLÍNICO

    16/10 – Texto 3 prep. Colóquio e Encontro


    NOVEMBRO

    06/11- ESTUDO DE UM CASO CLÍNICO

    20/11 – Preparatória para o Colóquio


    DEZEMBRO

    08/12- COLOQUIO NIPTA? (a verificar disponibilidade da sala, convidados, Escola, etc)

    *sugiro pensarmos no tema do Colóquio e como este acontecerá, e a partir desses detalhes recolher textos que incluam a temática e o autor/convidado, como preparação para este. É o que chamei de textos 1,2,3 nos dias 21/08, 18/09,16/10.

     

    18/12- FÉRIAS


    Bibliografia do ano 2018:

    Jesus Santiago– Droga, ruptura fálica e psicose ordinária

    Miller, J.-A, Efeito de retorno às Psicoses Ordinárias

    Ernesto Sinatra- A marca da ausência http://www.pharmakondigital.com/ed003/textos_tematicos/pt/ernesto_sinatra_pt.html

    Miller, J.-A.: “Para una investigación sobre el goce autoerótico”,
    in Pharmakon digital n. 2, 2016, Clássicos: www.pharmakondigital.com

    César Skaf- Para uma clínica da “elisão do falo” http://www.pharmakondigital.com/ed003/textos_tematicos/pt/cesar_skaf_pt.html

    Miller, J.-A.: “El partenaire – síntoma” Los cursos psicoanalíticos
    de Jacques – Alain Miller. Paidós. Miller, J.-A.: “El síntoma charlatan”.\\
    Ed. Paidós, Barcelona, 1998. Miller, J.-A.: “La théorie du partenaire2 en
    Quarto 77, Bruxelles.

    Miller, J.-A.: “La théorie du partenaire2 en Quarto 77, Bruxelles.
    Pag. 14.

    Texto 1,2,3- A DEFINIR

    Baseados na temática do Colóquio NIPTA e Encontro Brasileiro 2018

    Texto x,- A DEFINIR

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  • Núcleo de Pesquisa em Psicanálise e Cultura
    Dia Todo
    05-07-2018

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

    A proposta é manter abertas as portas da psicanálise de orientação lacaniana para um público que se interesse pela “conversa” entre esta e outros autores e disciplinas. Como orientação do trabalho, nos interessa pensar a questão do aggiornamento da psicanálise e a subjetividade do nosso tempo.

    Coordenação:

    • Louise Lhullier
    • Juliana do Rego Silva
    • Sandra Silveira
  • NÚCLEO PANDORGA – Núcleo de Pesquisa e Investigação Clínica da Psicanálise com Crianças
    14:00 -15:30
    05-07-2018

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

    Durante o ano de 2018 a pesquisa do PANDORGA aborda o tema escolhido para o CEREDA por Jacques Allain Miller por ocasião da Intervenção de Encerramento da 4ª Jornada do Instituto da Criança – Universidade Jacques Lacan: “CRIANÇAS VIOLENTAS”.

    Dessa forma, partindo com Miller, colocamos algumas questões iniciais: podemos considerar a violência nas crianças como um sintoma social? Qual a diferença entre violência e agressividade? Violência e ódio são a mesma coisa?

    Segundo Romildo do Rêgo Barros, “Há, em qualquer tipo de violência, uma suspensão da vigência do pacto simbólico, durante a qual não são os significantes mestres ou os semblantes da lei que comandam. […] Tanto a violência quanto a fala exigem condições próprias, que não são as mesmas […] isso coloca a fala e o diálogo como insuficientes para responder e tratar a violência.” Então, como o psicanalista pode encaminhar um tratamento da violência quando a psicanálise tem na palavra sua via principal?

    Ainda em consonância com os temas do Encontro Brasileiro e do congresso da AMP tentaremos articular o tema da violência nas crianças à questão da queda do falocentrismo e pensar se a violência na criança aponta para uma psicose em formação.

    • FREQUÊNCIA: Semanal, às quintas feiras, das 14h às 15:30 h
    • INÍCIO: 1º de março de 2018
    • VALOR MENSAL: R$ 55,00 (alunos CPOL: R$ 27,50)
    • LOCAL: Sede da Seção, sala 502
    • COORDENAÇÃO: Jussara Duarte Leite – jussaraduarteleite@gmail.com
  • Ateliê de leitura do seminário 16: De um Outro ao outro
    18:30 -20:00
    05-07-2018

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

  • Atividade especial do Núcleo de pesquisa Psicanálise e Cultura
    20:30 -22:00
    05-07-2018

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

    Colegas!
    Convidamos cada um de vocês para essa atividade especial do Núcleo de pesquisa Psicanálise e Cultura. No dia 5 de julho, 20:30h contaremos com a presença do Psicanalista Adriano Aguiar, membro da EBP/AMP e Doutor em Saúde Coletiva (IMS/ UERJ) para encerrar nossas atividades deste primeiro semestre. Essa será uma atividade aberta e gratuita para discutirmos o tema Incidências da ciência na cultura e a política da psicanálise no século XXI, a partir das questões colocadas pelo Adriano apresentadas no resumo abaixo:

    No final do século XX, muitos previram que nós estávamos entrando naquele que seria o século da biotecnologia, uma era na qual assistiríamos o surgimento de novas possibilidades médicas, ao mesmo tempo fascinantes e preocupantes. Muitas destas técnicas biomédicas na verdade já fazem parte do nosso cotidiano: triagem genética, tecnologias reprodutivas, transplantes de órgãos, a modificação genética de organismos, e as novas drogas psiquiátricas, por exemplo – que são hoje os medicamentos mais consumidos no mundo. A medicina do futuro, que já vivemos, será cada vez menos delimitada pelos pólos de saúde e doença, se ocupando cada vez mais da nossa crescente capacidade de controlar, gerenciar e remodelar, incrementar e até mesmo transformas as capacidades vitais dos seres humanos como seres vivos e o espectro de suas modalidades de gozo. Segundo Miller, a “bioengineering” será a grande característica deste século XXI, cabendo aos analistas estar atentos às “desordens no real” produzidas por esta nova perspectiva biopolítica.

    Essas transformações nos convocam a perguntar: qual deve ser a posição do psicanalista frente a essas novas incidências da ciência na cultura e na subjetividade de nossa época? 

    Muitas vezes os analistas se vêem quase que impelidos a recusar o real da ciência para assegurar a presença da psicanálise no mundo. Miller nos mostra que o discurso da ciência, ao buscar a todo custo encontrar o saber no real e suturar a hiância que aloja o sujeito e a verdade, produz pelo seu próprio desdobramento uma reação que busca negar o saber no real para afirmar que o essencial do humano escapa ao saber científico. Segundo Miller esta posição reivindica “o gozo da ignorância frente ao saber científico”, e não pode ser a posição da psicanálise lacaniana: 

    “O que Lacan trará, não consiste de modo algum, recusar o saber científico e o saber no real. Porque recusar o real científico, recusar o discurso da ciência é uma via de perdição que abre para todas as manigâncias psis. Não recusar esse saber, admitir que há saber no real, mas ao mesmo tempo, formular que nesse saber há furo, que a sexualidade faz furo nesse saber” (Miller, 2005, p. 16)

    No texto “Uma fantasia”, proferido em Comandatuba em 2004, Miller nos convida assim a pensar em uma “nova aliança entre a psicanálise e a ciência” que repouse sobre a não-relação. Ele, no entanto, não dá muitas indicações de como isto poderia se dar. Como essa “nova aliança” proposta por Miller poderia tomar forma nos debates da psicanálise com a Cidade? Como pensar a incidência da ciência na cultura e a política da psicanálise no século XXI a partir dessas coordenadas? São essas questões que eu proporia discutir com vocês. 

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  • NÚCLEO PANDORGA – Núcleo de Pesquisa e Investigação Clínica da Psicanálise com Crianças
    14:00 -15:30
    12-07-2018

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

    Durante o ano de 2018 a pesquisa do PANDORGA aborda o tema escolhido para o CEREDA por Jacques Allain Miller por ocasião da Intervenção de Encerramento da 4ª Jornada do Instituto da Criança – Universidade Jacques Lacan: “CRIANÇAS VIOLENTAS”.

    Dessa forma, partindo com Miller, colocamos algumas questões iniciais: podemos considerar a violência nas crianças como um sintoma social? Qual a diferença entre violência e agressividade? Violência e ódio são a mesma coisa?

    Segundo Romildo do Rêgo Barros, “Há, em qualquer tipo de violência, uma suspensão da vigência do pacto simbólico, durante a qual não são os significantes mestres ou os semblantes da lei que comandam. […] Tanto a violência quanto a fala exigem condições próprias, que não são as mesmas […] isso coloca a fala e o diálogo como insuficientes para responder e tratar a violência.” Então, como o psicanalista pode encaminhar um tratamento da violência quando a psicanálise tem na palavra sua via principal?

    Ainda em consonância com os temas do Encontro Brasileiro e do congresso da AMP tentaremos articular o tema da violência nas crianças à questão da queda do falocentrismo e pensar se a violência na criança aponta para uma psicose em formação.

    • FREQUÊNCIA: Semanal, às quintas feiras, das 14h às 15:30 h
    • INÍCIO: 1º de março de 2018
    • VALOR MENSAL: R$ 55,00 (alunos CPOL: R$ 27,50)
    • LOCAL: Sede da Seção, sala 502
    • COORDENAÇÃO: Jussara Duarte Leite – jussaraduarteleite@gmail.com
  • Ateliê de leitura do seminário 16: De um Outro ao outro
    18:30 -20:00
    12-07-2018

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

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  • NÚCLEO PANDORGA – Núcleo de Pesquisa e Investigação Clínica da Psicanálise com Crianças
    14:00 -15:30
    19-07-2018

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

    Durante o ano de 2018 a pesquisa do PANDORGA aborda o tema escolhido para o CEREDA por Jacques Allain Miller por ocasião da Intervenção de Encerramento da 4ª Jornada do Instituto da Criança – Universidade Jacques Lacan: “CRIANÇAS VIOLENTAS”.

    Dessa forma, partindo com Miller, colocamos algumas questões iniciais: podemos considerar a violência nas crianças como um sintoma social? Qual a diferença entre violência e agressividade? Violência e ódio são a mesma coisa?

    Segundo Romildo do Rêgo Barros, “Há, em qualquer tipo de violência, uma suspensão da vigência do pacto simbólico, durante a qual não são os significantes mestres ou os semblantes da lei que comandam. […] Tanto a violência quanto a fala exigem condições próprias, que não são as mesmas […] isso coloca a fala e o diálogo como insuficientes para responder e tratar a violência.” Então, como o psicanalista pode encaminhar um tratamento da violência quando a psicanálise tem na palavra sua via principal?

    Ainda em consonância com os temas do Encontro Brasileiro e do congresso da AMP tentaremos articular o tema da violência nas crianças à questão da queda do falocentrismo e pensar se a violência na criança aponta para uma psicose em formação.

    • FREQUÊNCIA: Semanal, às quintas feiras, das 14h às 15:30 h
    • INÍCIO: 1º de março de 2018
    • VALOR MENSAL: R$ 55,00 (alunos CPOL: R$ 27,50)
    • LOCAL: Sede da Seção, sala 502
    • COORDENAÇÃO: Jussara Duarte Leite – jussaraduarteleite@gmail.com
  • Ateliê de leitura do seminário 16: De um Outro ao outro
    18:30 -20:00
    19-07-2018

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

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  • NÚCLEO PANDORGA – Núcleo de Pesquisa e Investigação Clínica da Psicanálise com Crianças
    14:00 -15:30
    26-07-2018

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

    Durante o ano de 2018 a pesquisa do PANDORGA aborda o tema escolhido para o CEREDA por Jacques Allain Miller por ocasião da Intervenção de Encerramento da 4ª Jornada do Instituto da Criança – Universidade Jacques Lacan: “CRIANÇAS VIOLENTAS”.

    Dessa forma, partindo com Miller, colocamos algumas questões iniciais: podemos considerar a violência nas crianças como um sintoma social? Qual a diferença entre violência e agressividade? Violência e ódio são a mesma coisa?

    Segundo Romildo do Rêgo Barros, “Há, em qualquer tipo de violência, uma suspensão da vigência do pacto simbólico, durante a qual não são os significantes mestres ou os semblantes da lei que comandam. […] Tanto a violência quanto a fala exigem condições próprias, que não são as mesmas […] isso coloca a fala e o diálogo como insuficientes para responder e tratar a violência.” Então, como o psicanalista pode encaminhar um tratamento da violência quando a psicanálise tem na palavra sua via principal?

    Ainda em consonância com os temas do Encontro Brasileiro e do congresso da AMP tentaremos articular o tema da violência nas crianças à questão da queda do falocentrismo e pensar se a violência na criança aponta para uma psicose em formação.

    • FREQUÊNCIA: Semanal, às quintas feiras, das 14h às 15:30 h
    • INÍCIO: 1º de março de 2018
    • VALOR MENSAL: R$ 55,00 (alunos CPOL: R$ 27,50)
    • LOCAL: Sede da Seção, sala 502
    • COORDENAÇÃO: Jussara Duarte Leite – jussaraduarteleite@gmail.com
  • Ateliê de leitura do seminário 16: De um Outro ao outro
    18:30 -20:00
    26-07-2018

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

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  • Do vazio da identidade a uma política do sintoma
    20:00 -16:30
    27-07-2018-28-07-2018

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

    Atividade aberta (vagas limitadas) e gratuita, preparatória ao XXII Encontro Brasileiro do Campo Freudiano: A queda do falocentrismo e suas consequências para a psicanálise

    Apresentação

    Durante o último Congresso da AMP, em Barcelona, convidamos Oscar Ventura, AE e AME, da ELP, para apresentar seu testemunho na atividade O Passe na Escola na EBP – Seção Santa Catarina. Generosamente ele não apenas aceitou como propôs-se a ditar um seminário e a comentar dois casos clínicos, seguidos de uma conversação.

    O título que sugeriu para o seminário foi Do vazio da identidade a uma política do sintoma e referiu-se à outra atividade como Espaço Clínico.

    Cativados pela proposta, convidamos nosso colega Rômulo Ferreira da Silva, AME, da EBP – Seção São Paulo, para comentar o Testemunho de Passe de Oscar e também para apresentar um caso clínico. Mais especificamente um caso muito interessante, que despertou a atenção daquelas de nós que o assistiram em evento no Clin-A, em 2017. Com a mesma generosidade, Rômulo aceitou o convite.

    Decidimos nomear a atividade a partir do título do seminário e mantivemos Espaço Clínico para o trabalho com os dois casos. Um deles será o de Rômulo. Quanto ao segundo, gostaríamos que fosse apresentado por um colega da Seção Santa Catarina ou da Delegação Paraná. Esperamos voluntários!

    Além disso, será preparatória ao XII Encontro Brasileiro do Campo Freudiano – A queda do falocentrismo e suas consequências para a psicanálise – que se realizará de 23 a 25 de novembro de 2018.

    As inscrições devem ser feitas antecipadamente, pois as vagas são limitadas, pelo email ebpsc48@gmail.com. O assunto do email deverá ser: Inscrição – atividade preparatória.


    Convidados

    Oscar Ventura (psicanalista, AE, AME, ELP/AMP)

    Rômulo Ferreira da Silva (psicanalista, AME, membro da EBP/AMP)


    Programação

    Sexta-feira, 27 de julho de 2018

    20:00 – 22:00

    O Passe na Escola

    Testemunho de Oscar Ventura

    Comentário de Rômulo Ferreira da Silva

    Sábado, 28 de julho de 2018

    10:00 – 12:00 – Seminário, por Oscar Ventura

    12:00 – 14:00 – Intervalo

    14:00 – 16:30 – Espaço clínico


    Realização – Diretoria da EBP-Seção Santa Catarina

    Coordenação – Louise Lhullier

    Local – Rua Professor Ayrton Roberto de Oliveira, 32, sala 502 – Itacorubi, Florianópolis, SC

28
  • Do vazio da identidade a uma política do sintoma
    20:00 -16:30
    28-07-2018-28-07-2018

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

    Atividade aberta (vagas limitadas) e gratuita, preparatória ao XXII Encontro Brasileiro do Campo Freudiano: A queda do falocentrismo e suas consequências para a psicanálise

    Apresentação

    Durante o último Congresso da AMP, em Barcelona, convidamos Oscar Ventura, AE e AME, da ELP, para apresentar seu testemunho na atividade O Passe na Escola na EBP – Seção Santa Catarina. Generosamente ele não apenas aceitou como propôs-se a ditar um seminário e a comentar dois casos clínicos, seguidos de uma conversação.

    O título que sugeriu para o seminário foi Do vazio da identidade a uma política do sintoma e referiu-se à outra atividade como Espaço Clínico.

    Cativados pela proposta, convidamos nosso colega Rômulo Ferreira da Silva, AME, da EBP – Seção São Paulo, para comentar o Testemunho de Passe de Oscar e também para apresentar um caso clínico. Mais especificamente um caso muito interessante, que despertou a atenção daquelas de nós que o assistiram em evento no Clin-A, em 2017. Com a mesma generosidade, Rômulo aceitou o convite.

    Decidimos nomear a atividade a partir do título do seminário e mantivemos Espaço Clínico para o trabalho com os dois casos. Um deles será o de Rômulo. Quanto ao segundo, gostaríamos que fosse apresentado por um colega da Seção Santa Catarina ou da Delegação Paraná. Esperamos voluntários!

    Além disso, será preparatória ao XII Encontro Brasileiro do Campo Freudiano – A queda do falocentrismo e suas consequências para a psicanálise – que se realizará de 23 a 25 de novembro de 2018.

    As inscrições devem ser feitas antecipadamente, pois as vagas são limitadas, pelo email ebpsc48@gmail.com. O assunto do email deverá ser: Inscrição – atividade preparatória.


    Convidados

    Oscar Ventura (psicanalista, AE, AME, ELP/AMP)

    Rômulo Ferreira da Silva (psicanalista, AME, membro da EBP/AMP)


    Programação

    Sexta-feira, 27 de julho de 2018

    20:00 – 22:00

    O Passe na Escola

    Testemunho de Oscar Ventura

    Comentário de Rômulo Ferreira da Silva

    Sábado, 28 de julho de 2018

    10:00 – 12:00 – Seminário, por Oscar Ventura

    12:00 – 14:00 – Intervalo

    14:00 – 16:30 – Espaço clínico


    Realização – Diretoria da EBP-Seção Santa Catarina

    Coordenação – Louise Lhullier

    Local – Rua Professor Ayrton Roberto de Oliveira, 32, sala 502 – Itacorubi, Florianópolis, SC

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  • Curso Políticas do autismo o que a clínica nos ensina
    09:00 -12:00
    30-07-2018

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

    R. Prof. Airton Roberto de Oliveira, 1-71 – Itacorubi, Florianópolis – SC, 88034-050, Brasil

    Curso Políticas do autismo o que a clínica nos ensina, uma realização do Observatório de Políticas do Autismo da EBP/FAPOL.

    Local de transmissão: Escola Brasileira de Psicanálise  Ed. Laguna Corporate Center – Rua Professor Ayrton Roberto de Oliveira, 32 – Sala 502 – Itacorubi -ebp Florianópolis – SC.

    Inscrições: Fone: (48) 3222-2962 – ebpsc48@gmail.com

    Responsáveis pela transmissão na EBP-SC: Gustavo Ramos, Hugo Rosenthal, Jussara Jovita S. da Rosa e Renata Dabori.

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