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Cartéis

Diretor: Maria Wilma Santos de Faria

Apresentação

Coordenação:  Maria Wilma Santos de Faria

O Cartel, órgão de base de Escola, foi formalizado por Lacan como um dispositivo que permite o trabalho coletivo sobre um tema da psicanálise ou em conexão a ela. No mínimo três, no máximo cinco pessoas, quatro é um bom número, elegem um tema e escolhem alguém que tenha um vínculo com a Escola para exercer a função de Mais-Um.

O Mais-Um, além de inscrever o Cartel na Escola, tem a responsabilidade de zelar por seu trabalho. Embora o Cartel tenha um tema coletivo, cada participante, assim como o Mais-Um, deve destacar sua questão pessoal em relação à temática.

Atento aos efeitos de grupo, Lacan propôs que o Cartel fosse dissolvido ao final de dois anos. Com a dissolução, espera-se que cada um enderece seu trabalho à Escola.

A Escola Brasileira de Psicanálise – Minas Gerais realiza, anualmente, uma Jornada de Cartéis com o objetivo de acolher e divulgar a produção realizada nos Cartéis.

Os interessados em obter maiores informações sobre o funcionamento do Cartel poderão entrar em contato com a diretoria de cartéis, por meio da secretaria da EBP-MG.

A EBP-MG publicou o Manual de Cartéis[1], tornando acessíveis os principais textos sobre Cartéis. Este Manual está disponível na Livraria da EBP-MG.

[1] Manual de Cartéis. Publicação da Escola Brasileira de Psicanálise – MG. Belo Horizonte:Livraria e  Editora Scriptum, 2010.

Noite Procura-se Cartéis

Encontro da Diretoria de Cartéis e Intercâmbio e sua equipe com as pessoas interessadas em formar cartéis ou obter maiores informações sobre o dispositivo.

Data: 02 de maio de 2019

Coordenação: Maria Wilma Santos de Faria